Recomendado por otaku-chan

otaku-chan
Acompanho fics de CdZ há uns bons anos, e faz um bom tempo que não acompanho um CaMilo tão intenso e agradável. Texto bem escrito, personagens bem desenvolvidos e a eterna química que rola entre Camus e Milo muito bem explorada. A parte triste é que acaba, e fica um gostinho de quero mais. A parte boa é que a continuação traz um casal maravilhoso como eixo principal, sem deixar pra trás todos os elementos adquiridos aqui, ainda que novos rumos sejam trazidos.
(1) QUANTO x (2) QUANDO

(1) Significa "que número de", "que quantia". -> Ex: Quanto sobrou?
(2) Sempre lembra o tempo de uma ação. -> Ex: Quando você irá me dizer quanto sobrou?
Obs.: enquando non ecziste, é enquanto.

"FRENÉTICAMENTE"

ISSO NON ECZISTE! As palavrinhas terminadas em "mente", que indicam o modo como a ação foi efetuada, NÃO são acentuadas. A sua sílaba tônica, a mais forte, passa a ser o "MEN", não sendo acentuada por não se encaixar na regra de acentuação das paroxítonas. Então, nada de "frenéticamente", "diáriamente", "inevitávelmente", etc.

Recomendado por Jess Porcino

Jess Porcino
Bom, não tenho como começar essa recomendação se não desejando os parabéns para esta autora incrível. A trama cuidadosamente bem organizada nos dá a certeza do carinho e da dedicação da autora para com a história. Os anseios, dúvidas, medos, angústias, dentre tantos outros sentimentos e emoções são de tal forma colocados de um modo tão natural, desde um simples passeio a uma cena crucial, que nos faz verdadeiramente enxergar o cenário quase que como a um filme, mais ainda, sentir tais variações de humores de cada personagem como se realmente estivéssemos lá presenciando tal cena. A cada capítulo lido você se encontra ávido por mais, ansioso até, imerso no enredo que cuidadosamente se desenrola de uma forma magnífica! Mesmo possuindo uma “base” referente a religião em atos um tanto quanto abusivos, não se faz de maneira alguma qualquer forma de apologia a tais fatos, pelo contrário, está explícito o quão errado a ação é. Mas isso não ofusca o teor fascinante e intenso em que a trama nos leva, pois não passam de base para uma história e que precisam ser descritas para que entendamos o que se passa e sentirmos parte da angústia ali descrita. Repito, em qualquer momento é mostrada apologia a tais atos abusivos e em nenhum momento fez-se desmerecimento a qualquer religião. Cada detalhe é descrito de uma forma tão detalhista e ao mesmo tempo natural de forma que não precisamos forçar a mente para vislumbrar aquilo que o autor quer nos passar. Acho importante ressaltar a intensidade com que as palavras nos tocam durante a leitura que, confesso, poucos conseguiram tal feito sobre mim. Cada cena nos faz mergulhar em uma mar de sensações que nos prende totalmente aquele enredo e a expectativa pelo que vem adiante é eletrizante. Uma vez que se deixe mergulhar nesse mar de intensidade que é “Redentor”, não será apenas um leitor, um mero expectador de tudo, você será parte da história de tão vivida que é descrita. Certamente uma obra-prima da literatura viva! Mais uma vez, meus parabéns a autora por nos proporcionar mais uma vez o seu dom com as palavras através de histórias arrebatadoras e vivas.