Recomendado por Sion Neblina

Sion Neblina
Vagabond como sempre é uma maga das palavras. Ela sabe usar cada frase de uma forma que nos causa impacto imediato, sabe fazer cada descrição de forma que nos permite entrar no texto e vivenciar todas as emoções e situações dos personagens. Em Inocência Ultrajada não é diferente, você pode sentir a dor do protagonista de uma forma agônica, assim como tocar em todos os sentimentos que ele desperta, do ódio de alguns, ao amor e admiração de outros. Perfeitamente descrita e que toca em temas profundos como, amor, honra, identidade e manipulação da inocência. Uma fanfiction forte e ao mesmo tempo emocionante e bela. Aventure-se pela Irlanda de 1.310, ria, chore e emocione com mais esse lindo projeto dessa inigualável autora! Vale muito à pena!
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) PRESCREVER / (2) PROSCREVER

(1) Prescrever é receitar ou perder a validade. -> Ex 1: Para o tratamento das minhas alergias, o médico prescreveu banho frio. Ex 2: O prazo de validade dos remédios já prescreveu.
(2) Proscrever significa banir, abolir, expulsar. -> Ex: No meu tratamento, o banho frio foi proscrito.

Recomendado por Ravena Morrigan

Ravena Morrigan
Em um fandom onde a maioria das histórias com a temática LGBT+ é escrita em UA, encontrar algo que utilize como fundo o universo original do anime/mangá não é tão comum; e encontrar histórias desse tipo bem escritas acaba sendo muito raro. São poucos os autores que conseguem desenvolver tão bem um plot tão distinto da obra que lhe deu origem, sem descaracterizá-la, como as autoras dessa maravilha. Os personagens e suas personalidades, suas atitudes e reações são totalmente críveis, mesmo que no mangá tudo isso tenha sido colocado de maneira rasa e superficial. Além disso, existe uma sensibilidade profunda em retratar os sentimentos entre os protagonistas. Creio que isso já seria o bastante para me motivar a te recomendar a leitura dessa fic. Porém só há pouco tempo, mais de um ano depois de começar a acompanhá-la, descobri um detalhe "mínimo" a respeito da história... Não tenho o hábito de ler as notas, sejam elas as iniciais ou finais, mas por alguma razão acabei fazendo isso em um dos últimos capítulos postados, e a informação que li me fez retomar a leitura de toda a história, agora com um outro olhar. A fic não é escrita por duas pessoas, apesar delas possuírem outros projetos em conjunto. Silente Devoção é escrita por uma pessoinha sensível, com um dom inegável, e que possui dislexia. Se não partisse da própria autora compartilhar essa informação desde o início (desculpa por não ter lido as notas, Amanda!) eu continuaria lendo e achando que os eventuais “atropelos” no texto eram fruto de falta de revisão pura e simplesmente, sem desconfiar que, na verdade, a fic é uma tentativa de reduzir os efeitos de um problema que a maioria de nós desconhece. Então... Conhece o fandom? Leia, vale a pena. Não conhece? Leia mesmo assim, nem que seja para te servir de inspiração para não desistir ou se deixar abater.