Recomendado por moonlight

moonlight
Cada vez mais admiro as histórias dessa autora! Em suas séries, aguardo ansiosa - sempre - por suas continuações. Histórias que me fazem ter a literal fome de mais, seja um próximo capítulo, uma nova história, ou o próximo parágrafo. Sim, isso é o que as histórias dela causam. E essa aqui - Estio do Amor - é um belo exemplo. Uma daquelas histórias em que nós relemos com paixão e carinho, pois seu vocabulário é admirável, a escrita, impecável, sem seus erros, uma grafia em que dá gosto e exemplo para os rascunhos - pois perto das histórias dessa autora, o que escrevo não passa de rascunho - que faço. Grafia que dá verdadeira aula. E não só a escrita, a interpretação dos personagens propostos. Conta um dia com os gêmeos, mas cada um em seu detalhe, perceptível e peculiar. E um dos meus favoritos - os detalhes. A praia, a minúcia! Parece que você está lá com Kanon, sentindo a brisa do mar. - Como sempre digo nas reviews e para a própria autora, ela tem o poder de nos transportar para as obras que ela escreve, é fantástico. E nessa história, é lindo ela traduzir em palavras o amor, o desejo e luxúria que há entre eles dois. Quem aprecia Twincest entre esses dois personagens, esta, é com certeza um prato principal para esses dois personagens. Um lemon longe de ser vulgar, mas sublime e cheio de amor. Delícia!
"HÁ MUITO TEMPO ATRÁS"

É uma construção redundante, como “entrar pra dentro” e “subir pra cima”. O “há” já dá a ideia de passado; não havendo, portanto, a necessidade do “atrás”. Escolha um ou outro.

(1) DEBAIXO / (2) DE BAIXO

(1) Usamos "debaixo" sempre que, a seguir, vier a preposição "de". -> Ex: o gato estava debaixo DA mesa.
(2) Se não houver a preposição "de" em seguida, usamos "de baixo". -> Ex: o apartamento fica no andar de baixo.

Recomendado por Vagabond

Vagabond
Nibelungo é intensa, impecável e, antes de tudo, uma leitura esplêndida para quem deseja ver os cavaleiros Saga e Kanon em uma jornada jamais contada. Totalmente seduzida por ela, desafio a quem ler, não se apaixonar pela escrita fantástica, pela fluidez da trama e pela propriedade com que a autora reconta os mitos de forma totalmente bela. Leia, arrisque-se e não se arrependa!