Recomendado por Nigai Emi
Nigai Emi
Eu não esperava ler o que li. Contudo a leitura é fluida, prende até o último momento de todas as cenas.
Posso não ser muito fã de yaoi, todavia o evoluir dos personagens é apaixonante. Enquanto a leitura lhe prende, a autora te explica com delicadeza rica em detalhes e sentimentos o que se passa no íntimo de cada personagem. Você se apaixona pelos mesmo, torce e mesmo que esqueça que são vilões, os deseja mais que tudo. Especialmente você anseia que tudo caminhe para aonde deve caminhar.
Infelizmente, eu lhe alerto leitor: a fanfiction que jás aqui lhe provova um vício sem fim. E te faz esquecer que vilões são vilões.
Finais felizes... bem eles podem existir.
Basta só imaginar.
(1) SEQUER / (2) SE QUER
(1) É sinônimo de "nem ao menos". -> Ex: Ela não me quer mais, sequer me ama!
(2) É igual à expressão "se deseja" dando ideia de condição possível no futuro. -> Ex: se quer ir passear (se deseja passear), posso acompanhá-la.
(1) APTO / (2) APITO
(1) Alguém apto é alguém que é bom para algo ou que possui uma tendência ou uma capacidade legal. Algo apto é algo que é conveniente ou característico para aquilo. -> Ex: Ele é apto para o cargo. (No sentido de ser bom para o cargo)
(2) É um pequeno instrumento de sopro para apitar ou assobiar. Também pode vir do verbo "apitar", que é "tocar o apito". Em jogos de futebol, pode haver a colocação de "apitar o jogo" no sentido de conduzi-lo. -> Ex: Não sei, eu não apito o jogo! Esse é o trabalho do juiz!
Recomendado por Jude Melody
Jude Melody
Escrever é um processo fácil e, ao mesmo tempo, extremamente difícil. É fácil se você só quiser sentar e colocar qualquer coisa no papel; afinal, o papel aceita tudo. Mas é extremamente difícil se você tiver uma história digna de ser contada. E a Yurievna tinha uma história assim. Ao longo de 31 capítulos, acompanhamos o sofrimento do Endeavor. Ele não é uma pessoa boa. Mas também não é uma pessoa má. É mais... complicado do que isso. Nesse mundo polarizado em que vivemos, é tão fácil culpar o outro, dizer que o outro é responsável por nossa desgraça. Contudo, e quanto à nossa própria responsabilidade pelas escolhas que fizemos? Nesta drabble, essas duas perspectivas se embatem, suscitando reflexões importantes e, por vezes, esquecidas. No final, tudo se encaminha para o único final possível: o final imprevisível e inevitável. Nada mais adequado para uma história que bebeu tanto da fonte dos mitos gregos.