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Recomendado por vicsss
vicsss
Sabe aquelas histórias hiper mega cativantes, que te faz rir, chorar, se apaixonar, esperar ansiosamente pelo próximo capitulo, xingar, querer entrar na história e bater em um personagem, beijar, que te faz sonhar, e ir dormir tarde só imaginando o que vai acontecer? Não? Eu sei, para mim é Vento no Litoral, a segunda temporada de Meu querido Cunhado, é simplesmente perfeita, não é atoa que ela é a minha primeira recomendação, né? História bem escrita, que nos faz sentir como personagens da web, a Janine sabe como prender nossa atenção, como atiçar nossa curiosidade, e pedir por mais. Pena que a história está no fim, mas mesmo assim nunca é tarde para ler uma boa história, então se querem uma boa sugestão, a minha é essa.
VAMOS FAZER UMA “VIAJEM”?
Saia desse capítulo que não te pertence! Jamais escreva “viajem” como uma aventura; escreva “VIAGEM” com “G”. Viajem só existe como verbo: “talvez eles viajem” ou "não viajem hoje". Assim, o verbo “viajar” sempre tem “J”: eu viajo, tu viajas, ele viaja...
(1) PROEMINENTE / (2) PREEMINENTE
(1) É algo saliente no aspecto físico. -> Ex: a sua boca proeminente hipnotizava-me, prendendo-me ali.
(2) É algo distinto, superior ou nobre. -> Ex: suas maneiras preeminentes eram comparáveis às do Papa.
Recomendado por Thalia
Thalia
"Quase sem querer". Talvez esse título não represente nada para alguém em qualquer lugar do mundo. Talvez realmente não signifique nada, mas pare para pensar. E se isso realmente representar alguma coisa? Bem, para mim representa!
Eu acho que não poderia descrever tudo isso em uma palavra só... Perfeição, talvez?
Um romance meio confuso, um cachorro bem estranho, uma pitadinha de deboche e muito sarcasmo... Talvez essa seja a essência da história. Quando você a lê só pensa em mais e mais. É como uma fome insaciável. Uma fome de ler. Uma fome que a cada silaba vai diminuindo, mas que quando acaba, torna a te atormentar.
Eu me atrevo a dizer que a história é a minha preferida. E porque não seria? A forma com que é escrita, minuciosamente trabalhada. A escrita, os sentimentos, a confusão... Sim, a confusão! Marina, a garotinha confusa. A "garota do cachorro" como insistem em chama-la. InsisteM não, insiste. Diego, o "garoto dos olhos azuis", Marina se quer sabe definir seus sentimentos por ele. E como poderia? Um garoto confuso como aquele... Bem de confusão ambos entendem... A garota do cachorro e o garoto dos olhos azuis... Certamente, amor.
E como não lembrar do pijama do pokémon? O pijama do qual se especula tanta coisa? Ah, o pijama. Com certeza o preferido de Mah. E como não lembrar da garota dos cabelos loiros que a meteu em toda essa confusão? O motivo de ela ter conhecido, e consequentemente se apaixonado, pelo garoto dos olhos azuis? A garota da qual a levou para passar 2 semanas com os parentes em uma fazenda quase abandonada, a garota do qual é o motivo pelo qual Marina é chamada de garota do cachorro?
Bem, tudo isso e muito mais se encontra em quase sem querer. Provavelmente eu não descrevi nada do que deveria ser dito exatamente... Mas o que dizer? Quase sem querer te deixa sem palavras!
Eu posso dizer com toda certeza que sou fan da história, e me atrevo a dizer que qualquer um que ler também vai ser, pois não há como não se apaixonar por "Quase sem querer".