Recomendado por Tequinha Fernandes Córdova

Tequinha Fernandes Córdova
Nossa nunca achei que uma historia de vampiros fosse chamar a minha atenção, mais essa simplesmente quebrou o meu conceito. Simplesmente UNICA e PERFEITA!! Uma historia que chamou minha atenção nos primeiro capítulos. Adorei conhecer Cassis o Sanguinário e a corajosa humana Sara. Recomendo para todos que adoram um romance com suspense!! Boa leitura!!!!!
(1) HAJA / (2) AJA

(1) Do verbo “haver” -> Ex.: Espero que ainda haja de tempo de consertar as coisas.
(2) Do verbo “agir” -> Ex.: Espero que ele aja com sabedoria.

(1) AUTO / (2) ALTO

(1) Significa "próprio de si mesmo". -> Ex: tenho uma baixa autoestima.
(2) É o contrário de "baixo". -> Ex: o homem é alto.

Recomendado por Midichan

Midichan
Talvez, ao abrir a história e ler os primeiros capítulos, você desista e se canse de ler, por ser uma história clichê. E, na verdade, é. Quem não conhece a velha história "ganhei um meio irmão e me apaixonei por ele"? Esse tipo de enredo é famoso tanto em casais héteros quanto em romances gays. A diferença de todas essas histórias clichês e I Hate You Too é que o autor soube explorar os lados mais chamativos, todas as possibilidades, todas as coisas boas. Ele soube transformar uma velha e conhecida história clichê em algo novo, bom, cheio de reviravoltas e emoção. Os personagens principais, Hassan, Luís Gustavo e Jonathan são personagens com estereótipos perfeitos. Quem não gostaria de namorar um líder do time de futebol da escola ou um perfeito jogador de vôlei? Mas a história vai bem além. Poucas vezes vi uma escrita tão boa. E o autor merece atenção. Sketcher conversa com seus leitores. Ele dá atenção, ele prioriza as vontades e opiniões de quem está lendo. Ele até nos homenageia no começo de cada capítulo. É muito bom encontrar alguém assim, que escute a opinião dos leitores e procure melhorar sempre. Aliás, agradecendo infinitamente por um personagem ter o nome em minha homenagem haeuaheuahe te amo, Midas! Bom, é isso. Eu leria, se fosse vocês. Afinal, o clichê só é clichê porque faz sucesso.