Livros e fanfics de Aventura

Recomendado por Moon and Stars

Moon and Stars
Olá, leitor visitante. Não costumo enviar reviews e recomendações para os meus autores, porque gosto de manter a relação beta x autor mais profissional, mas acho que eu e a Senhorita Ellie nunca tivemos uma relação assim, uma vez que ela também faz parte da Liga dos Betas e ela foi minha primeira autora. Então, acho que não custa nada quebrar um pouquinho mais o protocolo. A verdade é que eu não consigo amar essa história em silêncio. Eu já recomendei essa história pra todo mundo que eu conheço no boca-a-boca, então não faz sentido eu deixar de recomendar aqui. Desde que ela me falou dos planos dela para a história, fiquei TÃO empolgada que me senti a Katy Perry no clipe Firework. Eu pensei: "P*ta merda, eu não sei NADA sobre xadrez!", mas eu não consegui recusar porque a história era simplesmente perfeita. Eu li o primeiro capítulo, temendo que a escrita dela não fizesse jus à história e o que eu vi foi além das minhas expectativas. É muito prazeroso betar os capítulos poque tudo é tão bem narrado, os diálogos e o clima são tão gostosos que eu me vejo lendo e relendo o mesmo capítulo mil vezes sem cansar. Agora, eu te pergunto: O que você está fazendo aqui, lendo essa recomendação? VÁ LER XADREZ! NOW!
"SOU CONTRA A DESCRIMINAÇÃO!"

Oopss, acho que você pisou na bola dessa vez. DESCRIMINAR é inocentar alguém. DISCRIMINAR
é distinguir, separar. Por isso, somos contra a discriminação!

(1) ESPECTADOR / (2) EXPECTADOR

(1) É aquele que observa. -> Ex: o espectador da cena do crime é a testemunha.
(2) É aquele que tem expectativa. -> Ex: os expectadores da partida de futebol não se decepcionaram.

Recomendado por Gigi V

Gigi V
Menta nos presenteia em Amor Fati com um relato (muito bem narrado em primeira pessoa, diga-se de passagem) da elite carioca. Sob a ótica da protagonista, temos um relato verossímil e intencionalmente cru das entranhas de uma sociedade que, construída sobre as bases da aparência, esconde as mais variadas podridões sob seus belos e caros tapetes sociais. A autora aborda com verdade e maestria temáticas tão complexas (e sempre atuais) como hipocrisia, racismo, drogas, luxúria... Enfim, distintivos do ser que tanto o corrompem quanto lhe conferem humanidade. Vemos aqui que o ser humano pode ser cruel, indiferente, cobiçoso ou amável, sem que tais atributos sejam determinados por sua condição social. A elite pode, sim, ser podre. Essa é a primeira lição que Cecília, a protagonista, tem a nos ensinar. Mas, em contrapartida, logo nos damos conta de que podem, sim, haver pérolas em meio à sujeira sob o tapete. Menta nos oferece um relato leve e puro da amizade, fazendo-nos crer que nem tudo pode ser corrompido: a amizade de Cecília e Daniel está aí para confirmar que, quando temos amigos verdadeiros, as fases difíceis da vida são mais facilmente superadas; a amizade, afinal, deixa tudo mais leve e suportável. E, por fim, eu não poderia deixar de citar nosso estranho professor... Ele surgiu de repente como uma promessa de que a vida de Cecília vai mudar. Nabokov já nos alertou que relações assim podem ser totalmente destrutivas, logo, resta-nos aguardar que esse estranho não mude a vida da nossa (já tão querida) protagonista para pior. Recomendo enfaticamente a leitura de Amor Fati, um belo e perturbador retrato da realidade da vida que, como não poderia ser diferente, faz jus ao talento e convicção autoral da grande autora que é nossa Menta.