Livros e fanfics de Universo Alternativo

Recomendado por HazzaStazza

HazzaStazza
Chega junto meu povo, pois essa história super vale a pena. Ela é envolvente, bem escrita e os autores são uns amorzinho. Os personagens são distintos das misturas de bolo genéricas dos Yaois convencionais, onde cada um tem sua peculiaridade, medo, inteligencia e talento. A ilha é um profundo mistério que aos poucos vamos desvendando e a aflição toma conta por causa dos mistérios e o suspense. Convido todos a lerem, pois euzinha estou adorando.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

"MAS, MAS, MAS..."

Enriqueça o seu vocabulário e utilize outros conectores como: contudo, todavia, embora, senão, apesar disso, ainda assim, porém, entretanto, no entanto, mesmo assim...

Recomendado por Nick Sparks

Nick Sparks
A história me envolveu desde as primeiras palavras. Em dois dias, já li 15 dos 42 capítulos, e mesmo chegando a me cansar - pela prática da leitura e não pela história - sempre desejo saber mais de Matheus; o garoto tímido que, pelo menos por agora, ainda não se descobriu inteiramente. Tempo atrás, havia conhecido uma fic com o mesmo gênero, porém, a escritora excluiu a história e jamais pensei que fosse me interessar de novo. Thiago, Aline, Felipe e Matheus fazem parte de um enredo apaixonante, onde o rubor das bochechas do personagem te fazem sorrir e despertar uma familiaridade imensa com o leitor. Fico impressionado comigo mesmo ao perceber que estou viciado por esta leitura, mas ao mesmo tempo fico triste ao ler os títulos dos próximos episódios, imaginando que o fim talvez esteja próximo. Acho que seria o tipo de livro que eu compraria e leria numa noite só, pois sempre acontecem coisas novas, não deixando você pensar em mais nada. A linguagem, embora adulta em determinadas partes, não parece suja, e sim um simples momento comum que determina o ápice da felicidade entre pessoas que se amam. Você lê e quer ler mais, sempre mais, sonhando alto com os pensamentos que o escritor vai usar para narrar da próxima vez. Dont Let Me Fall é um conto que logo se torna seu amigo. Escrito sem pressão alguma, com uma naturalidade absurda usada através dos dias que se passam. É possível ter uma nova visão do homossexualismo, uma luz que se abre diante dos olhos. Se vê o amor ao contrário do jeito gay-literal de ser. Não é repulsivo. Nós mesmo nos descobrimos - não falando de sexualidade -, percebemos que as coisas podem ser diferentes. E talvez seja exatamente assim que aconteça: dois amigos íntimos que, ao longo dos anos, notam, não na mesma hora, um algo a mais, uma vontade de amar, de ser verdadeiro. Dont Let Me Fall é escrito sobre estrelas cadentes.