Livros e fanfics de Crossover

Recomendado por Kris Loyal

Kris Loyal
Eu tenho receio quanto a histórias originais, ás vezes. Tudo bem, começar com essa afirmação pode parecer estranho, mas tem tudo a ver, acredite. Bem, eu, como muita gente, vim parar aqui no Nyah lendo fanfic. Simplesmente era o que eu estava acostumada a ler, então talvez por isso meu receio quanto a originais. Porém não pude me negar em ler uma original da Hanna, sendo que ela escreveu fanfics que eu amei. Muito mesmo. Bem muito. Bem, ela já sabe, que eu tenho um apreço muito grande por uma de suas histórias já terminadas, então isso nem é segredo. Mas voltando á ideia da original, eu me dispus a ler, mesmo sem ter certeza da decisão, confiando na escrita da Hanna. Bem, se estou aqui escrevendo isso é por que não me arrependi, em absoluto. A escritora tem um cuidado com o enredo que chega até o leitor, além de um bom humor e um romance bem desenrolado. Eu amei. Bem, leiam. Vocês concordarão comigo.
(1) À-TOA / (2) À TOA

“Tia, essa é fácil! À-toa, com hífen, não existe! rsrsrs”
Caro ninja noob, infelizmente, existe sim, e veremos como:
(1) Significa desprezível, inútil. -> Ex: Ela era alguém à-toa. (Inútil)
(2) Significa “a esmo”, inutilmente (note que é a forma da ação enquanto, o de cima, caracteriza algo). -> Ex: Vivia à toa na vida.

(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE

(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.

Recomendado por Vinefrost

Vinefrost
"Conversas de Janela" é uma história que nos cativa desde o primeiro momento! A narrativa retrata a jornada de dois jovens, que, apesar de serem vizinhos, nunca haviam cruzado seus caminhos. A pandemia os força a se isolarem e a encontrarem uma conexão única. A maneira como a história aborda o isolamento e a necessidade humana de conexão é comovente e atual. Através dessas "conversas de janela", Yuri e Davi compartilham pensamentos, risos e desabafos, criando um vínculo profundo que se torna uma parte essencial de suas vidas em meio ao caos do mundo. A maneira como o autor conduz a narrativa emociona e conecta, sendo uma história perfeita para quem busca uma leitura sensível e significativa.