Livros e fanfics de Ação

Recomendado por Katherine Black

Katherine Black
Uma palavra pra descrever essa historia PERFEITA. Ela aborda um tema muito bom o Egito antigo mais eu sei que esse tema é muito difícil de se escrever você tem que fazer muitas pesquisas e saber pelo menos um pouco sobre faraós se não vai ficar totalmente sem nexo.Mais a Sofia descreve de um modo que você acaba descobrindo coisas novas ,o modo como ela descreve os fatos transborda você direto para aquele momento que o personagem está narrando e quando você vê já esta completamente apaixonado pela historia,pelos personagens ,está roendo as unhas de ansiedade para o próximo capitulo e chega a dar pulos de felicidade quando um capitulo é postado. Uma historia linda e altamente recomendável você pode achar no começo que é bem clichê por causa do ''amor e ódio'' mais no decorrer da historia você percebe que clichê é uma palavra que nunca vai descrever ela. Então se você ainda não leu essa historia você não sabe o que esta perdendo e se você vai ler vá em frente você não vai se arrepender.
(1) TENSIONAR / (2) TENCIONAR

(1) Significa produzir ou estar sob tensão (‘ato de distender’), geralmente um músculo ou nervo. -> Ex: sua perna tensionou após o exercício.
(2) É planejar, projetar. -> Ex: Eles tencionam viajar nas próximas férias.

"_ VAMOS EMBORA! _ DISSE ELE."

Epa, epa! Para indicar a fala de um personagem, use aspas ( " " ) ou travessão ( — ). -> Ex. CORRETO: "Vou escrever uma nova fic" disse a autora. (Observação: Não escreva com as duas ao mesmo tempo, ou alternando entre uma e outra. Escolha um desses sinais e o use durante toda a fic. E não se esqueça de que são usados para marcar o começo e o final da fala!)
Logo, não use underline ( _ ) ou asterisco ( * ) para indicar uma fala ou ação. -> Ex. ERRADO: _Vou escrever uma nova fic_ disse a autora.
Também pode-se usar o discurso indireto. -> Ex. CORRETO: A autora disse que iria escrever uma nova fic.
Não misture em um só parágrafo discurso direto e indireto.

Recomendado por Melissa Sbragia

Melissa Sbragia
É fantástica a forma com que essa história consegue mesclar um passado real, de tormenta, com uma fantasia sensacional e de tirar o fôlego, moldada em conceitos realistas e geniais. É esplêndida a maneira com que os personagens se desenvolvem, revelam os seus lados mais sombrios à si mesmos e percebem o quão são mais poderosos; essa é a desgraça da grande maioria dos personagens desta obra, se convém dizer, e, ao mesmo tempo, é o ponto forte da história: não há bons ou maus aqui, há pessoas lutando para deixar virem à tona os seus eus de maior poder. Com uma mitologia rica, deuses únicos e conceitos excepcionais — que não distinguem o bem do mal —, Os Olhos do Corvo é uma promessa da literatura brasileira. Trabalha com os sentimentos de forma singular e com uma escrita completamente coerente, bonita e fluída, embora trate de assuntos pesados, como a crença inescrupulosa em superstições absurdas e passados dolorosos que haverão de se revelar. Mas, para o equilíbrio da trama, há personagens e situações que conseguem ser divertidas e leves, o que torna a leitura menos tensa, harmoniosa, ainda salpicada com mistério e um drama muito bem dosado. Cada personagem e cena te cativa de uma maneira diferente e única; até mesmo aquilo o que nos deixa enfurecidos e indignados está lá por algum motivo, que, em breve, trará apenas mais respostas para o enredo e mais força para a história. Não me surpreenderia se a história de Raven se tornasse um best-seller. É admirável o amor com que é escrita; Luiza Mór — ou Holly Hobbie — sabe escrever com carinho e cuidado, enquanto distribui a sua simpatia e afeto pelos leitores. Essa autora entrou para sempre no hall da fama do meu coração! (E essa frase é da própria Holly, de quando enviei a minha outra recomendação ♥). Logo, com tantas qualidades em uma única história, como eu poderia não desejar que outras pessoas pudessem desfrutar dessa narração impecável? Seria egoísmo, como fechar os portões do paraíso para usufruir dele sozinha. E eu acredito que todos os leitores deveriam conhecer uma autora tão amorosa como a Holly. Uma autora que consegue colocar mistério, ação, emoção, drama, fantasia, romance, aventura, tudo numa história só, e ainda incluir coisas que, particularmente, amo: sereias, marujos, ninfas e uma mitologia própria, que apenas encontrarei em OODC — ou em Caor, o que seria um bocado difícil, não é mesmo? Eu posso sentir o vento gélido no meu rosto quando leio essa história. Posso ouvir o som das ondas e dos sinos, posso sentir a água me inundar e os braços de um ninfa me levarem para a minha própria escuridão, e isso é o que trás o magnetismo único de Os Olhos do Corvo: eu posso ser quem eu quiser. Um capitão corajoso, uma sereia obscura, uma ninfa vingadora. Ou um marujo chato, mas eu não quero ser o Gehart. ♥ Por isso, eu peço: leia OODC! Não apenas por deleite, mas por reflexão. Pelo amor à trama, e pelo amor que acabará desenvolvendo pela autora, porque ela é uma fofa.