Livros e fanfics de Songfic
Recomendado por Yu
Yu
Quando eu li a sinopse dessa história eu admito que achei que seria somente mais uma história clichê sobre amigos de infância se apaixonando, porém assim que comecei eu me surpreendi completamente. Sim, é sobre amigos de infância de apaixonando, porém não é somente isso, mostra a realidade do preconceito contra homossexuais e como a vida pode ser difícil somente por alguém ser diferente, como alguém pode ter tanto medo de se abrir para o mundo por saber que pode ser julgado por ele e também como é importante ter alguém que te aceite pelo jeito que você é, com falhas e tudo.
Nessa história vemos que o amor é complicado, mas ao mesmo tempo tão simples e bonito. Eu me apaixonei por esses bobões apaixonados, porém as vezes senti raiva deles, querendo entrar na história somente para dar um belo sermão neles. Mas é isso que eu mais gostei nela, para mim uma boa história é aquela que te faz sentir raiva, tristeza, carinho e amor pelos personagens e as vezes querer dar um puxão de orelha na autora por fazer seus leitores sofrerem tanto assim. Uma boa história é aquela que te deixa até mesmo sem palavras para descrever tamanha perfeição e Dont Let Me Fall é exatamente esse tipo de história. Portanto você que ainda não leu, o que está esperando? Comece a ler logo!
(1) CAPÍTULO / (2) CAPITULO
(1) Muito bem! Estrelinha na testa desse belo ninja! Escreve-se “capítulo”, pois, sempre que a sílaba mais forte estiver na antepenúltima sílaba (três sílabas contando do final para o início da palavra), ela será acentuada.
(2) Assim se lê "capiTUlo" do verbo "capitular" (que dá origem ao verbo "recapitular").
(1) DEBAIXO / (2) DE BAIXO
(1) Usamos "debaixo" sempre que, a seguir, vier a preposição "de". -> Ex: o gato estava debaixo DA mesa.
(2) Se não houver a preposição "de" em seguida, usamos "de baixo". -> Ex: o apartamento fica no andar de baixo.
Recomendado por Joshua de Vine
Joshua de Vine
Thomas costuma dizer que não tem jeito para fantasia ou magia, mas ele guia essa história de um jeito igual. Ela fala sobre reviravoltas do destino e almas ligadas por algo maior que si mesmas, amarrando-se em uma trama gigante cheia de núcleos e personagens narrados pelo tom novelesco do autor que, pouco a pouco, conquista até quem não está acostumado ao formato, ergo, Eu. Os personagens e as situações por eles vividas são bem críveis e possíveis, as reações, muitas delas, genuínas. A Teoria das Cores segue um enredo curioso que nos leva a cenários emocionantes que compensam a espera. Altamente recomendado.