Livros e fanfics de Yaoi

Recomendado por Dark Mermaid

Dark Mermaid
Tem algo de muito errado nesta história. Quer dizer, não é todo dia que um escritor consegue prender nossos olhos na tela a ponto de nos fazer esbugalhar, chorar, rir, se emocionar e amar. Isso, com certeza, só pode ser obra de algum hipnotizador realmente muito talentoso. E é culpa dele que ficamos assim, frágeis, implorando por mais. Foi ele que implantou esse misto de amor e sofrimento dentro de seus leitores. A culpa é toda dele. Culpa dele e de sua escrita maravilhosa, de uma história cativante e de personagens puramente humanos que só nos fazem pensar... "Eu queria ser igual à ela." Então, tudo o que tenho a dizer nessa mensagem que não será a melhor, e nem a última, é que agradeço por me deixar ser uma de suas leitores, e agradeço aos céus por você ser tão parecido comigo. E que, um dia, ainda compro um colar de Chthulhu para fazer parzinho com a nossa amizade. Pode esperar.
"AO MEU VER..."

“Ao meu ver” non ecziste, há apenas “a meu ver”, meu caro ninja.

(1) DEBAIXO / (2) DE BAIXO

(1) Usamos "debaixo" sempre que, a seguir, vier a preposição "de". -> Ex: o gato estava debaixo DA mesa.
(2) Se não houver a preposição "de" em seguida, usamos "de baixo". -> Ex: o apartamento fica no andar de baixo.

Recomendado por Lara C

Lara C
Cruzei com "Manchas" por obra do destino e tão rápido assim me apaixonei e me vi introduzida à um mundo do qual não pude me desligar. Uma história envolvente, sexy, romântica, dramática e com um toque de suspense que nos faz ler até as entre-linhas e relê-las, tentando descobrir o que vem a seguir. E sempre, a autora nos apresenta uma nova e completa reviravolta para aquele final que tentávamos desvendar. Nunca me peguei tão carente de uma história como Manchas. Nunca fui tão cativada pelos protagonistas como Julieta, Paulo e Gabe me cativaram. As palavras de Juliiet me tocaram e me sedurizaram como nunca antes. A verdade seja dita, essa talvez seja a melhor história já escrita. Se forma sútil, singular, casual e divertida você é levado para St. Werburgh e se vê desejando não deixar essa pequena cidade e nunca, jamais, parar de ler sobre Julieta. Como disse, cruzei com "Manchas" por obra do destino, e não foi atoa. Talvez se fosse qualquer outro momento ou lugar que não tivesse clicado para ler, mas algo me chamou atenção apenas na forma de como as palavras formavam a sinopse. E se você não foi cativado assim, confie nas palavras de quem se entregou ao amor por Manchas e se deixe manchar um pouco. Não vai se arrepender. Não é uma história clichê, não é boba, nem tediosa. Ouso dizer que é perfeita. Mas como gosto não se discute e nem todos sempre gostam e concordam com minha opinião, é mais apropriado dizer que Manchas tem fases para todos os gostos. Eu, uma romântica incorrigível, afirmo que com Manchas me apaixonei até pelos momentos de dor e tristeza. Há espaço para tudo. Amor, brigas, beijos, tapas, lágrimas, risadas, sonhos, desapontamentos, desejo, suspene, dramas, comédias... De tudo um pouco. É uma história que deixa o plano o usual, sai da sua zona de conforto tradicional. Os personagens são unicamente diferentes e variados, com personalidades distintas e bem trabalhadas até o último fio de cabelo. É possível criar a imagem deles em suas mente e vê-los ali ao seu lado e ainda concordar que são diferentes de tudo aquilo que já se leu. As paisagens são magnificas, descrições que te fazem sentir a textura, o aroma, apreciar cada detalhe de cada cenários. Não sei se tenho mais como dizer elogios para essa história sem sooar puxa-saco, mas espero ter exposto meu ponto. Essa é uma história Daquelas. E apenas aqueles que a lêem poderão compartilhar do meu sentimento agora.