Livros e fanfics shipp Hyoga de Cisne & Hyoga de Cisne
Recomendado por Duki
Duki
Sabe aquela história que te faz sorrir, chorar, sentir cada cheirinho ou gosto das coisas, e tudo mais? Essa é uma dessas histórias.
Todas as palavras escritas e sentimentos passados para os personagens, podem ser sentidos pelo leitor. O enredo, a narração, o jeito como a autora interage com a gente, tudo isso e muito mais torna essa história tão maravilhosa e perfeita. Eu não estaria mentindo se dissesse que foi a melhor história que já li em meus quase dois anos de Nyah. A autora sabe como nos manter presos a história e principalmente como nos deixar com aquele gostinho de quero mais no final de cada capítulo, e por isso que recomendo a vocês. Leiam: O Mistério das Borboletas vai te fazer dar altas gargalhadas, chorar litros, sentir na pele a dor de cada personagem (não só as psicológicas) e se apaixonar por cada um, seja princesa exilada, ladrão, pescador, sereia, pirata, e até mesmo por uma pequena boneca que, mesmo sendo feita de pano, mostra que a coragem pode vir de qualquer um, até mesmo de um ser tão pequeno quanto uma boneca.
O Mistério das Borboletas, podem ler. Prometo que não se arrependerão!
(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME
(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).
"MAS, MAS, MAS..."
Enriqueça o seu vocabulário e utilize outros conectores como: contudo, todavia, embora, senão, apesar disso, ainda assim, porém, entretanto, no entanto, mesmo assim...
Recomendado por antarctic
antarctic
Essa é aquela história que te faz parar pra pensar, não só pensar, mas refletir de verdade. Faz você querer ser mais você e t traz vontades que você nem lembrava-se mais de ter, coisas como agradecer a Deus pela mãe e pelos tempos evoluídos, agradecer a medicina, agradecer a si mesmo por se aceitar e aceitar a negação dos outros. Delilah não é apenas uma one-shot sobre uma jovem sendo oprimida por sua orientação sexual, a carta de Gwen não precisa ser descrita porque todos nós já escrevemos uma carta para Delilah, nem sempre com papel e caneta e sim com pensamentos, com palavras orais, com gestos exasperados, algumas vezes Delilah possui um nome diferente, mas continua sendo nossa melhor amiga. Algumas vezes nós somos Gwen e Delilah e algumas vezes ela é aquela pessoa que o julga constantemente e que o repudia, as vezes ele pode ser até mesmo seus pais, avós, amigos distantes com quem tu não tem contato íntimo. A carta de Gwen são todas as vezes em que você se sentiu intimidado por ser você mesmo não apenas por ser homossexual, mas também por ser negro, por ser judeu, por ser mulher. É sobre o medo de uma sociedade preconceituosa e obre aceitar quem você é, eu aceitei, eu entendi quem eu sou, descobri a mim mesma refletida na Gwen preocupada com a reação dos pais e os comentários dos estranhos na rua.
Todos nós já fomos uma Gwen e já nos apaixonamos por uma Delilah, tudo o que essa fic me passou foi que, independentemente do que os outros digam, no fim das contas nós apenas temos de nos soltar, soltar nosso verdadeiro eu, apenas para que uma carta como essa não fique entalada na sua garganta e o mate sufocado por uma corda, de overdose ou com os pulsos cortados. palavras são palavras, ditas, escritas ou cantadas e, essa fic, fez com que eu pensasse sobre todas as palavras que eu devo dizer agora e direi futuramente pelo simples prazer de ter o direito de dizê-las.