Livros e fanfics de Harry Potter, com Romance

Recomendado por Mtheo

Mtheo
Essa é sem dúvidas a minha fanfic favorita. Ela transcende shippers, clichês românticos e historias rasas. Nela você encontra problemas "reais" que não se resolvem com um eu te amo, ou em três capítulos, é tudo muito complexo e isso te atiça a ler cada vez mais, se torna um delicioso vicio. Meu conselho é: pare o que esta fazendo, pare de procurar, com certeza o que você quer tem aqui. Meus mais sinceros parabéns a escritora, é com muita satisfação que recomendo essa historia.
(1) ESTÁ / (2) ESTAR / (3) ESTA

(1) Do verbo “estar”, é a conjugação no presente. Pode ser substituído por “tá”, o que é informal e não pode ser escrito. ->Ex: ela está na sala. (Ela “tá” na sala.)
(2) O verbo no infinitivo é usado, principalmente, após outros verbos ou após preposições (de, após, para...). -> Ex: Ela vai estar na sala. (Verbo “vai”, então é seguido por infinitivo)
(3) Demonstra o local ou indica algo. Pode ser substituído por “essa”. -> Ex: esta caixa está no local errado. (Essa caixa...)

"_ VAMOS EMBORA! _ DISSE ELE."

Epa, epa! Para indicar a fala de um personagem, use aspas ( " " ) ou travessão ( — ). -> Ex. CORRETO: "Vou escrever uma nova fic" disse a autora. (Observação: Não escreva com as duas ao mesmo tempo, ou alternando entre uma e outra. Escolha um desses sinais e o use durante toda a fic. E não se esqueça de que são usados para marcar o começo e o final da fala!)
Logo, não use underline ( _ ) ou asterisco ( * ) para indicar uma fala ou ação. -> Ex. ERRADO: _Vou escrever uma nova fic_ disse a autora.
Também pode-se usar o discurso indireto. -> Ex. CORRETO: A autora disse que iria escrever uma nova fic.
Não misture em um só parágrafo discurso direto e indireto.

Recomendado por Lyn Black

Lyn Black
Sinceramente, eu não sei como começar a contar essa história. Parece-me que todas as palavras do meu vocabulário que poderiam ser merecedoras de adornar Born To Die, desaparecem. Acredito que em primeiro lugar eu quero agradecer duas pessoas incríveis, que juntas escreveram, criaram e colaboraram para a construção de algo que envolveu tantos conceitos que fico muito admirada. Percebo que nenhuma das palavras que usualmente emprego para caracterizar as histórias que gosto são suficientemente boas para Born To Die. É verdade que se trata de um mistério, com muito suspense e dúvidas. Entretanto, ele vai além das barreiras de descobrir o que está por trás de uma morte. Ou melhor, de um assassinato. Born To Die tem algo que me agradou de uma forma que ninguém pode imaginar. Ela trata também de amor. Isso mesmo, do amor dos amantes, mas de mais que uma paixão nostálgica. Trata da relação individual que se estabelece entre dois indivíduos. O amor marca. Marcou Louis. E acabou por marcar todos os personagens que estão envolvidos nessa trama. Isso definitivamente não é um romance, mas estabelece a intrínseca relação que me conquistou de uma forma que só encontro uma razão: Realidade. Pois se há algo que posso afirmar sobre essa história é o quanto real ela é. As escritoras foram tão perceptivas e talentosas que se eu pudesse puxaria uma grande salva de palmas. Sabe aquelas histórias onde tudo é muito legal, mas não parece poder se aplicar a realidade alguma? Não é o caso de Born To Die. Eu acho tão incrível como esses personagens são tão humanos. Essa é a minha verdade, devo contar. O que me fascina aqui é como elas retrataram os seres humanos como eles são. Imperfeitos. Cheios de problemas, confusões e linhas de pensamento. E essa geração que as duas autoras construíram, definitivamente, é a minha preferida. E se aproxima do que poderia ser de uma forma absurdamente espantosa. Não somos clichês, ali naqueles capítulos não existem personagens, uma aventura ou um livro de fantasia. Existe a pura e dura verdade do mundo. Nascer para morrer, talvez isso seja uma meia-verdade. Nascemos para viver. E, enquanto há vida, ha esperança. Eu não quis fazer uma recomendação típica, ressaltando o que indubitavelmente é verdade: A escrita é excelente, muito fluída e consistente, a estruturação do texto maravilhosa e o quanto elas arrasaram. Pois basta falar sobre o que elas fizeram aqui e o que conseguiram passar para mim, através dessas palavras cheias, para mostrar que essa história não deve ser ignorada. Leia, não perca tempo lendo o quanto eu gostei! Goste por si próprio, aprecie das palavras que me encantaram sem parâmetros. Não vou falar que esta é a melhor de todas, pois nunca estará inclusa em uma categoria. Ela não é perfeita. Ela é realidade. Ela é algo que eu poderia ficar horas falando sobre. Pois Born To Die mostra a nossa geração. Apresenta pessoas que poderiam sim, ser reais. Born To Die e um trabalho ótimo e muito interessante. Pelo menos foi o que eu achei. E, eu também posso incluir aqui o papo de fazer amigos devido a história. Estive junto desses nove pilares e eles fizeram uma diferença, mesmo que não tão grande assim, em mim. Eles derrubaram todos os estereótipos dos filhos das pessoas do livro Harry Potter. Eles mostraram simplesmente quem eles são. Seres humanos. E se eu estou sendo repetitiva nessa recomendação, obviamente eu não me importo. Na verdade, é a segunda vez que eu a escrevo, pois meu celular acabou a bateria quando eu estava dissertando coisas parecidas com as acima. E, desesperada, eu liguei o cabo e me decidi por fazer uma recomendação ainda melhor do que anterior. Esses indivíduos ganharam a minha consideração. Desde Ethan Morrison (pessoa que gastaria de ter conhecido melhor) até James Potter (alguém que é muito mais do que um rosto bonito e charme de sobra) . Desde Scorpius Malfoy (que por sinal me encantou pela sua sinceridade e autenticidade) até Abbigail Jones (alguém que de certa forma me identifiquei). Isso sem falar em Albus Potter e Roxanne Weasley ( esses dois tem um pouco de mim neles, o que talvez tenha os tornado um pouco menos normais quando olho). Não podemos dizer que esquecida de John e de Izzie. Esses dois foram realmente pessoas incríveis nessa jornada. E Louis Wealsey? Ele certamente foi quem mais me atingiu em toda essa trama. Acho que ele sabe que estou com ele. E que também, do meu jeito eu vou sentir falta da ideia de quem foi Ethan. E o nosso psicopata? Ora bolas, toda história tem um vilão. Não tenho muito o que falar sobre ele, na verdade. Na verdade, mesmo que tenha sido de modo extremamente trágico, foi ele que uniu esse nove indivíduos e me juntou a eles. Repentindo: Obrigada, escritoras dedicadas, muito obrigada. Eu apenas precisa dizer.