Livros e fanfics

Recomendado por JiyuNoSakura

JiyuNoSakura
Não vou começar com aquelas coisas melosas do tipo: Essa é uma fanfic super romântica e linda e blah blah blah. Não, eu prefiro algo inovador pois estou em uma fase da minha vida completamente inovadora. Então, vou mandar logo a real: a fanfic é super criativa. Sério, não estou brincando. O comecinho da relação entre Brooke e Lauren me fascinou, porque causa de toda aquela história da cama de cima e da cama de baixo. E é bem louco porque a história de desenrola de uma forma completamente diferente e nos ajuda a imaginar as cenas. E novos personagens entram na história e fazem tudo ser mais interessante. Tudo bem que é completamente uma história água com açúcar de adolescentes (sem ofensas, esse comentário não foi para ofender), mas você acaba mesmo assim se viciando nela mesmo não gostando desse tipo de coisa. É um romance não tão romântico, consegue captar a ideia? É um romântico real, que é um pouquinho virado para a nossa realidade mas ao mesmo tempo bem fictício (não que eu não acredite no amor, mas meio que parei de curtir essas coisas) tanto que até meninos leem (sem ofensas²). Confuso? Essa é a melhor parte, porque é a hora que você, querido leitor que está visitando meu perfil ou dando uma olhada na fanfic, não entende o que eu disse e vai saciar sua curiosidade lendo Fix You. E não precisa agradecer, ok?
"FAZEM TRÊS ANOS..."

O verbo “fazer”, indicando tempo (sentido de “haver”: Há três anos) não varia. Então: FAZ TRÊS ANOS.

VAMOS FAZER UMA “VIAJEM”?

Saia desse capítulo que não te pertence! Jamais escreva “viajem” como uma aventura; escreva “VIAGEM” com “G”. Viajem só existe como verbo: “talvez eles viajem” ou "não viajem hoje". Assim, o verbo “viajar” sempre tem “J”: eu viajo, tu viajas, ele viaja...

Recomendado por LaurenGreen

LaurenGreen
A história fala sobre uma garota chamada Haley que perdeu a sua mãe num acidente e foi morar com o seu pai. Ela teve que mudar de cidade, perdeu o emprego, namorado,... Lá na cidade em que o pai dela mora, ela conhece um homem chamado Mike que no começo não vai muito com a cara dele. Depois de um tempo conhece uma garota chamada Carlla, que é lésbica, e viram grandes amigas. E no decorrer da história acontecem varias coisas diferentes. Por mim essa história foi muito bem feita, não é muito comprida e nem muito curta, tem uma linguagem fácil de compreender, não descrimina nada e nem ninguém, a autora teve muita imaginação ao escrever essa história. Eu a recomendo muito.