Livros e fanfics

Recomendado por P L Regis

P L Regis
Imaginem algo melhor que pudim? Não, pois eu sei. Se chama "Querido Diário Otaku" e olha nem precisa ser um otaku para gostar! A história é narrada (quase sempre) pela Jullie Anne Elizabeth Way uma adolescente de 15 anos que acaba de se mudar para uma nova cidade e um novo colégio onde ela conhece Andrew Kyle Foster ou como é conhecido Andy ou até mesmo senhor cabeça de pudim! Eu não preciso dizer muito, a história é comédia pura e autora tem um forma muito engraçada de narrar. Com uma escrita excelente quase sem erros e uma história que te prende e te fascina Querido Diário Otaku entrou na minha lista de melhores fic's que eu já li. Essa foi a minha primeira fic aqui no Nyah e só perte para uma que li a muitos milênios em outro site, eu realmente gosto e sou super fã da Panda-chan de verdade, ela escreve bem é engraçada e super humilde. Eu super mega ultra recomendo a história ela é incrível vão amar tenho certeza!
(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME

(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).

(1) DE MAIS / (2) DEMAIS

(1) Só usamos "de mais" quando se opõe a “de menos” na expressão “não tem nada de mais”. -> Ex: Não fiz nada de mais!
(2) Nos outros casos, quando pode significar “muito, bastante” ou “o restante”, devemos usar "demais". -> Ex 1: Comeu demais. Ex 2: Os demais devem retornar amanhã.

Recomendado por Gabinos

Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos! Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político. E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu. Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais. A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la. É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes. Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona. Obrigada, Kori!