barbiscatarry
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Biografia

Olá! Não sei por que alguém estaria lendo isso, mas tudo bem... Tudo o que vocês precisam saber sobre mim: amo escrever, ouço quase todos os gêneros de música, sou a rainha do drama, e não tenho paciência para gente dramática. (Me julguem).

Endereço do meu blog (se estiver lendo isso, aproveite e dê uma olhada): https://riscatorta.wordpress.com/

Acho que minhas frases dizem mais sobre mim do que qualquer coisa, então:

Qetsiyah — Não estava me escutando? Tenho problemas de confiança. Sou controladora... Paranóica... E um pouco louca.

(The Vampire Diaries)

Qetsiyah — Você não quer ver meu lado mau.

Damon — Você sabe que nao é a única com um, não é?

(TVD)

Georgina — Bom, você pode dizer a Jesus que a vadia está de volta.

(Gossip Girl)

Cami — Estou começando a achar que sua irmã é uma vadia.

Klaus — É como se ela tivesse inventando o termo.

(The Originals)

Klaus — Está parecendo muito mais que um coração partido. Alguém quebrou sua confiança.

(TO)

Marcel — O que é meu é seu, mas é meu. Meu lar, minha família, minhas regras.

(TO)

Mouse — É estranho eu contar isso? Acabamos de nos conhecer.

Samantha — As pessoas se abrem para mim. Como se eu fosse uma freira.

(The Carrie Diaries)

Hayley — Sabe, quando eu te conheci achei que você era uma vadia.

Rebekah — Por que mudou de ideia?

Hayley — Ainda acho que você é uma vadia. Só aprendi a gostar disso em você.

(TO)

Robert — Eu só ia dizer que não amamos as pessoas porque elas são perfeitas. Amamos as pessoas pelo o que elas são.

(Brothers and Sisters)

Suzana — Falar de si é bom, mas falar de si para os outros é melhor ainda.

(Revista Mente Cérebro)

Everything that kills me makes me feel alive.

(One Republic)

House — Conquistas só duram ate que alguém as estraguem. Fracassos são eternos.

(Dr. House)

Fester — Vi um monte de fotos deles no Facebook. Fizeram um cruzeiro de carnaval no ano passado. Costumam ir a jogos de beisebol. Ela parece muito feliz.

Ray — Todo mundo parece feliz no Facebook.

(Fique Comigo)

Eu — O que você colocou?

Ricardo F. March — Que deveriam investir menos em estádios e mais em hospitais. Mas eu não ligo pra isso, tenho plano de saúde.

(Aula de Redação)

John — ... Que o amor significa pensai mais na felicidade da outra pessoa do que na própria, não importa quão dolorosa seja sua escolha.

(Querido John)

Ricardo F. March — Errar é ruim, mas é pior quando você tem 50% de chance de acerto.

(Alguma aula)

Morte — Como a maioria dos sofrimentos, esse começou com uma aparente felicidade.

(A Menina Que Roubava Livros)

Morte — Por algum motivo, os homens agonizantes sempre fazem perguntas cujas respostas já sabem. Talvez seja para morrer tendo razão.

(A Menina Que Roubava Livros)

House — Pessoas gostam do que não têm.

(Dr. House)

Blair — Chamam de coração partido, mas todo o meu corpo dói.

(GG)

Alasca — Cruzes! Não posso ser uma dessas pessoas que ficam sentadas falando que pretendem fazer isso e aquilo. Eu vou fazer e pronto. Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia.

Miles — Como assim?

Alasca — Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar o futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente.

(Quem é você, Alasca?)

Liesel — Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito.

(A Menina Que Roubava Livros)

Miles — Se as pessoas fossem chuva, eu era a garoa e ela, um furacão.

(Quem é você, Alasca?)

Alasca — Eu tento ser corajosa, sabe. Mesmo assim, continuo estragando tudo. Continuo fazendo merda.

Miles — Tudo bem. Está tudo bem.

Alasca — Sabe quem você ama, Gordo? Você ama a garota que faz você rir, que vê filmes pornográficos e bebe com você. Mas não a garota tristonha, mal-humorada, maluca.

(Quem é você, Alasca?)

Miles — Por fim, concluí que as pessoas acreditavam na vida após a morte porque não suportavam a alternativa.

(Quem é você, Alasca?)

Lisa — E depois que a medicina termina de fazer o que pode, tudo o que queremos — e, por fim, tudo o que temos — são as histórias.

(Todo Paciente Tem Uma História Para Contar)

Alistair — O que você precisa se lembrar, Cathy, é que esses pensamentos têm que ir para algum lugar. Eles estão na sua cabeça no momento e não têm uma válvula de escape. Por isso são tão perturbadores. Esses pensamentos lhe ocorrem, e, quando isso acontece, você os rebate para o fundo da sua mente. Você tenta afastá-los, mas eles terão que voltar, porque a sua mente não teve tempo para processá-los, para lidar com eles. Se você os deixa vir, observá-los, refletir sobre eles, então será capaz de deixá-los ir embora.

(No Escuro)

Robert — Sophie, toda fé do mundo se baseia em invencionices. É essa a definição de fé — aceitação daquilo que imaginamos ser verdade, que não podemos provar. Todas as religiões descrevem Deus através de metáforas, alegorias e hipérboles, desde os primeiros egípicios até o catecismo moderno. As metáforas são uma forma de ajudar nossa mente a processar o improcessável. Os problemas surgem quando começamos a levar nossas metáforas ao pé da letra.

(Código da Vinci)

Os Ensinamentos Secretos de Todos os Tempos — Viver no mundo sem tomar consciência do significado do mundo é como vagar por uma imensa biblioteca sem tocar os livros.

(O Símbolo Perdido)

Robert — Abram a mente, meus amigos. Todos nós tememos aquilo que foge à nossa compreensão.

(O Símbolo Perdido)

Draco Malfoy — Quando você está na merda e a alguém tenta lhe tirar de lá, algo é inevitável: ou quem te ajuda cai e fica ali com você, ou ela consegue te tirar de lá.

(Obliviate — tsunadesensei)

Draco Malfoy — Mas pode ser o único momento nosso, juntos, sem o ódio que nos acompanha o tempo tempo. Para ser sincero, sinto falta do tempo que nós brigávamos o tempo todo, sinto falta do tempo em que eu acreditava fazer parte de algo.

(Obliviate — tsunadesensei)

Autora — Ódio e desejo andavam lado a lado em uma linha sem equilíbrio. Ou se desejavam, ou se odiavam, e o agora era puro desejo.

(Obliviate — tsunadesensei)

Draco Malfoy — Não temos medo do real, aceitamos o que somos. Bons, maus, nós temos os dois lados e não precisamos provar para ninguém o nosso valor, sonserinos são autossuficientes.

(Obliviate — tsunadesensei)

Katherine — O conhecimento é uma ferramenta e, como todas as ferramentas, seu impacto está na mão do usuário.

(O Símbolo Perdido)

Robert — A aceitação generalizada de uma ideia não é prova de sua validade.

(O Símbolo Perdido)
ID #486188
Entrou em23 de jun. de 2014, 23:24
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