Uma dor na cabeça horrível me fez acordar, mas não levantar. Eu estava no mesmo lugar, deitada. Duas ou três pessoas estavam ali, mas sumiram como miragem. Algo escorria pelo meu rosto, que com a ponta da língua senti que era sangue. Elevei minha mão para confirmar de que vinha somente de meu nariz e que já estava estancado.
Minha cabeça parecia explodir de tanto que doia e latejava. E aguentando a dor, levantei do chão à procura de alguém por perto. Uma silhueta parecia estar vindo na minha direção. Com medo de ser ameaça, joguei uma esfera de luz na direção da silhueta, descobrindo o ancião. Esperei até que ele chegasse bem perto para entender o que acontecera.
—Lacirandy agora se lembra de mim? — questionou ele.
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