Era madrugada. O ar era frio e rarefeito, como sempre. Apesar do som estrondoso da Máquina de Oxigênio, todos os draconianos ainda dormiam, com exceção de uma garota.
A garota de longos e crespos cabelos brancos ligara uma pequena luz em sua escrivaninha e escrevia como se não houvesse amanhã. Ao seu lado, diversos compartimentos de vidro de aproximadamente dois centímetros continham amostras de folhas e caules de plantas em péssimo estado.
Dando um longo suspiro, ela juntou todas as folhas escritas e, com um toque da estranha ferramenta na sua mão, colou-as pela ponta superior esquerda. Poderia dormir agora, mas não tinha sono algum graças à grande quantidade de café com leite que havia tomado para se manter acordada. Então, teve uma ideia.
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