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The Vampires

Fannyland

The Vampires
Capítulo 14 min de leitura

Capítulo 1

Manuela Narrando

— Aluno novo? -Sussurros se alastravam pelos corredores

— Dizem que a pele dele e branca como neve. Escuta Manu não e aquele seu amigo? -Franzi a testa sentindo uma sensação de temor passar por dentro de mim

— Depois nos falamos -Girei os calcanhares correndo pelos corredores da escola, o avistei. Andava com tanta sutileza que mais parecia planejar seus passos atravessei a rua correndo mas antes luzes de faróis me cegaram e o barulho de pneus queimando no chão. Fechei os olhos esperando o pior

— Escuta o que está falando? -Apertei os olhos e encarei o rosto a minha frente logo em seguida o carro totalmente amassado atrás de si. Olhei para os lados agarrando sua mão

— Eles vão descobrir -Resmunguei ainda puxando sua mão

— O que? Não confia em mim? -E eu tive certeza que ele ironizava naquele momento

— Como posso confiar? Você viu o que fez com o carro lá fora qualquer um que vê vai saber que não e coisa de um humano -Bradei e ele se livrou da minha mão cruzando os braços

— Você e chatinha viu? -O olhei incrédula -Relaxa. Ficou sabendo que fiz sucesso por ai? -Seus dedos pousaram em meu queixo e eu juro que o odiei por ser tão bonito. A pele alva como a neve, olhos castanhos e cabelos prateados

— Babaca -Torci o nariz e logo senti seus lábios em pressão com os meus

— E o que dizem -Largou os ombros caminhando em direção a sala o segui me sentando nos fundos

(...)

— Então.. -Encarei um quadro dependurado na parede da sala. Olhos vermelhos cabeça sem fios de cabelo e pele branca com um olhar totalmente frio

— Ele e muito poderoso, e um dos exércitos mais fortes. Sem piedade suga até a última gota e depois cerra suas cabeças -Encolhi os ombros sentindo um calafrio. Ele parecia desconfortavel

— Senhor Vaz -Ergui meu olhar para o professor que encarava-nos com uma expressão de vantagem. Com um breve olhar eu tive a certeza que ele lia seu pensamento

— Romeu e Julieta. Esse o um dos antigos clássicos que acabou em tragédia -Então com um olhar se contrariado e incrédulo ele se virou para o quadro murmurando um parabéns e logo o sinal tocou

(...)

— Téo? -Chamei. Inclinei-me para adentrar a oficina e pousei minha bolsa sobre um banco de madeira me acocando para enxerga-lo -Sai logo dai -Puxei seu pé e ele deslizou saindo debaixo do carro

Téo é um ótimo amigo, as garotas ainda teimam em dizer que ele sente algo a mais por mim. Eu prefiro ignorar. Tem cabelos longos e cacheados e um belo corpo

— Ele não se toca mesmo né? Será que não entende que quanto mais se envolve mais fica perigoso? -Me olhou irritado. De alguma maneira ele sabia de tudo

— Ei calma. Ele quer ficar mais próximo isso e tudo -Dei de ombros

— Só isso? Você não sabe nem do terço Manuela, ele sabe que ela está voltando. Isso e questão de tempo -Eu me virei para ele que já teria voltado para debaixo do carro e me retirei irritada e confusa

(...)

Um vento frio fez meus pelos se eriçarem encarei a janela aberta e logo se fez presente Téo. Como sempre chegando pela janela

— Eu sabia que viria -Ele sorriu de canto e levantou minha bolsa

— Você esqueceu isso -Jogou e eu aparei no ar depositando sobre a mesa -Eu não vou ficar brigado com você na véspera do seu aniversário -Dei de ombros

— Por mim isso não significaria nada -Voltei a olha-lo e encarei novamente a janela

— O que procura? -Interrogou e eu me virei para ele negando várias vezes

— Nada -Afirmei mais ele não pareceu satisfeito e com uma expressão de desgosto puxou a cortina para o lado encontrando Joaquim

— Não era eu quem esperava e sim esse babaca não? -Me olhou

— Téo eu..

— O único babaca e você -Apontou Joaquim me interrompendo

— Eu? Você que insiste em coloca-la em perigo -Acusou

— Só eu que faço isso? Que eu saiba não ando mentindo -Fuzilou-o. Téo me olhou por cima do ombro meio pertubado e saltou novamente a janela

— Mas o que foi isso? -O olhei sem obter resposta

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