Sorrisos e desencontros
Sorrisos e desencontros

Sorrisos e desencontros

Sinopse

Na idade Média era frequente os casamentos serem efetuados a partir dos 12 anos para as meninas e de 14 anos para os rapazes. Era a idade em que estavam aptos a procriar. Nesta época, um simples sorriso indicava consentimento. Muitas vezes quando um membro da nobreza real não poderia estar presente em seu próprio casamento, era enviado um representante, e o casamento tomaria rumo normalmente. Obstinação por parte da noiva era uma atitude fortemente proibida, as recomendações eram que fossem tão recatadas quanto possível. Por certo, uma vez ou outra apareciam pessoas que se recusavam a seguir este padrão.
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Já pararam para pensar em como as histórias sempre terminam? "E viveram felizes para sempre..." Muitas vezes, essa frase nem chega a aparecer, mas o contexto costuma ser praticamente o mesmo. Mas o que acontece depois? O que vem após os tão conhecido "felizes para sempre"? Já pararam para se perguntar? Pois é... Sempre que escrevo um final, gosto de imaginar o que existe além daquele último capítulo. Afinal, os personagens não deixam de viver só porque a história chegou ao fim. Talvez o verdadeiro encanto de um final esteja justamente naquilo que ele não conta, mas nos permite imaginar. E é por isso que hoje quero convidá-los a descobrir o que aconteceu depois de alguns tão esperados "felizes para sempre". Porque algumas histórias merecem continuar, mesmo depois que a última página chega ao fim.

Cento e cinquenta anos após uma guerra nuclear, a humanidade sobrevive em seis Áreas isoladas. As cinco centrais são ditaduras hereditárias que pregam igualdade enquanto acumulam poder. A sexta, no Polo Sul, é o descarte de prisioneiros e o esconderijo de uma resistência que ninguém sabe que existe. Lyra Fenris foi criada nas profundezas do gelo para ser uma arma. Treinada desde criança para lutar e mentir, ela recebe a missão que esperou a vida inteira: infiltrar-se na Área 1 fingindo ser Novalie Asher, a herdeira desaparecida da Área 2. Seu objetivo é conquistar Malen Crow, o herdeiro cruel da Área 1, e tomar o poder por dentro. Mas a Área 1 não é o que ela esperava. Entre salões de mármore e bibliotecas, Lyra descobre um mundo de abundância construído sobre a miséria alheia. Descobre aliados onde deveria haver inimigos. Descobre um médico gentil que a vê como pessoa, uma princesa rebelde que se torna amiga, uma rainha que a trata como filha. E descobre Malen, o homem que deveria destruir, mas que enxerga através de todas as suas máscaras. Em um mundo onde herói e vilão são apenas posições, ela vai descobrir que a linha entre os dois é mais fina do que imaginava.