Romantizadas
Romantizadas

Romantizadas

Sinopse

Num desses ônibus amarelinhos de Curitiba, uma possível história de amor se desenrola entre duas garotas quaisquer. Se desconsiderarmos quem elas de fato são e colocarmos um filtro em todas as cenas, parecem até saídas de um filme! A história é contada em fragmentos vistos de fora. A narradora, que rotineiramente pega o ônibus com as personagens, é uma figura anônima, espirituosa e cheia de referências. Muito observadora e especialmente criativa. Tudo o que conhecemos são os pequenos gestos e palavras capturadas aqui e acolá: o resto são suas fantasias. Mas de que importa? No final, o resultado é o mesmo.
LEm Andamento~2min de leitura

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voltando, acho.

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Total: 465 palavras
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Vasto repertório de impressões e fantasias

465 palavras•~3 min

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Mais como esta

Mais ou menos a sua típica história adolescente de romance entre vizinhos (ou vizinhas). Com paganismo, famílias disfuncionais e um retrato do crescimento que se dá na adolescência, no entanto. Sexualidade, espiritualidade, a percepção de si no mundo e como as rachaduras formadas na infância perpassam tudo isso. Eu tento, ao menos.

“Mais tarde, naquele dia, vomitei. Saiu uma pequena asa, branca e delicada, estraçalhada em meio ao meu almoço semi-digerido. Depois do vômito, risadas nervosas e suor frio dominaram meus dias. Busquei em vão a doença que poderia me dar esses sintomas e a causa permaneceu uma incógnita. Malária, dengue?” Um conto sobre a paixão, as borboletas na barriga e como elas acabam.

L< 25m

Há 10 anos, o Reino de Coralina caiu. Todos acham que a herdeira morreu naquela noite. Todos estão errados. Coral tem 15 anos, uma cauda rosa que brilha demais, um colar quebrado da mãe e um pai que vive olhando para trás. No seu primeiro dia no Colégio Maré Alta, ela conhece suas melhores amigas e um príncipe de cauda azul que sente que já viu ela em algum sonho. O que Coral ainda não sabe é que seu passado está voltando para buscar ela. E que ela é muito mais importante do que imagina.

Há um tipo de silêncio que pesa mais do que qualquer grito de guerra. É o silêncio da fresta dos carvalhos pelo chão gélido, o vapor de uma sopa compartilhada apenas com a saudade e o medo constante de estar esperando por quem talvez nunca mais volte. Em Patávium, Aemília tornou-se a senhora de um lar assombrado pela incerteza. Dividida entre a responsabilidade implacável de governar a terra e o tormento íntimo de não saber o destino do marido, ela se recusa a sucumbir ao desespero. Para proteger a propriedade e os que dela dependem, Aemília terá de encontrar forças onde só restou a solidão provando que a dignidade e o amor podem ser escudos tão resistentes quanto o ferro.

Algumas portas, uma vez abertas, não podem mais ser fechadas. Helena não tem pressa, nem tem medo, e não se deixa levar por palavras bonitas. Mas toda rosa tem seu espinho. Quando duas presenças tão diferentes cruzam seu caminho, ela descobrirá que não é possível manter tudo sempre sob controle. Uma acalma, o outro incendeia. Um é abrigo, o outro é tempestade. Pois até a mais suave calmaria guarda uma chama, e na própria tempestade já existe o prenúncio de bonança - cada coração carrega dentro de si tanto a chama quanto a brisa que pode apagá-la. Cuidado para não se perder. O labirinto é seu, e só você encontrará a saída.