Sakura caminhava graciosamente como se não carregasse nada em suas mãos. O seu quadril balançava suavemente de um lado para o outro. O cabelo castanho, curto, encontrava-se livre das marias-chiquinhas.

Ao voltar a atenção para o quadril da Kinomoto, meus olhos se detiveram em alguns detalhes. A cada passo, um pouco do corpo de Sakura se revelava. Além das suas coxas, era possível ver a polpa da bunda de Sakura com aquela roupa. Não era como nunca tivesse visto Sakura de lingerie ou até mesmo de biquíni, mas nesta noite em especial, havia algo diferente. Eu não conseguia identificar o que era, mas, ao mesmo tempo que tentava entender, eu tentava dizer a mim mesma que nada daquilo fazia sentido.

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