



Pétalas de Ícor
Percy já enfrentou monstros, profecias e a própria morte várias vezes, mas se vê perdido no acampamento meio-sangue matriculado para o ano todo, quando não consegue entrar na faculdade e seu relacionamento com Annabeth termina. Percy percebe que não sabe lidar com o mundo real. Tudo que ele sabia era sobreviver ao próximo verão e agora que pode viver uma vida mais tranquila (dentro das possibilidades para um meio-sangue) simplesmente não sabe como. Ao mesmo tempo Sirin, uma meio-sangue que fica o ano todo, se vê tendo que cumprir uma missão para ajudar sua mãe e leva Percy consigo. Seu poder, antes delicado, começa a se transformar: pétalas de rosas que podem cortar, perfurar e matar. Ao seu lado está Astraea, filha de Tanatos, silenciosa, intensa e marcada pela morte desde o nascimento. Entre Ferraris rosas, estátuas quebradas, ícor espalhado e segredos divinos, Sirin aprende que o amor não é frágil e que rosas também sabem ferir. Percy aprende quem é, fora do mundo dos deuses e como amar sem restrições. Astraea não aprende nada, se diz autossuficiente e ela mesma diz que foi só por emoção. Afinal se Percy era uma onda em ruína, Sirin era a pedra onde ele podia se quebrar.
Sinopse
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Ver perfilNa minha mente existe milhares de vozes/ dessas vozes existem milhares de historias/ de cada historia eu sou o vilão condenado- Shakespeare
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