Semanas se passam, Luna e eu ficamos cada vez mais amigos e passo horas de minhas férias naquele hospital.

— Ela já está recuperada Miguel, creio que podemos deixá-la ir. – meu pai diz.

Não...não! Mil vezes grito em minha cabeça, eu não podia deixá-la, não conseguiria mais viver sem ela.

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