E estava eu vivendo novamente e a faca imaginária não deixava de me acertar sem dó nem piedade. A situação era mais complicada, agora serei novamente cobaia, mas eu não posso deixar isso acontecer! Não mesmo, tenho que escapar, quando o homem da comida chegar vou usar a velocidade para chegar a comida, mas sem ele perceber vou pegar a chave no cinto e vou mata-lo... Ele chegou ainda estou debaixo das cobertas, cheguei perto dele, peguei a chave, mas ele se trancou na sala de controle, que por acaso é protegida contra vampiros, ele está trancando as portas, daí eu corri rapidamente entre as portas enquanto se fechavam, me machuquei um pouco pois a ponta das portas tinha laminas e quando passei pela ultima porta alguns fios de cabelos se cortaram e eu cai num grande campo de grama, idiota meu irmão me tornou mais rápida, pude fugir e me esconder. Cheguei em um rio, tive que pular, quando caí no rio, eu fui levada pela correnteza, acordei na margem, e quando olhei, estava próxima a uma floresta, e o que há em florestas são lobisomens, o pior e que não sei onde estou e nem sei onde acaba a floresta, cheguei em uma tribo indígena , todos vieram a minha volta, me mostraram uma cabana, e ao meio da noite estava lá, levantei e andei pela floresta, encontrei uma fazenda, e olhei para um homem que estava ao lado de fora, mas quando olhei para trás o lobisomem pulou em mim mas não pude evitar, eu o matei, e então todos se voltaram atrás de mim, corri para a casa e fechei todas as portas, a família se reuniu na sala, enquanto as portas e janelas se batiam, eles rasgaram suas roupas, suas unhas cresceram, seus olhos ficaram negros, e me atacaram, e arranquei suas cabeças, mutilei seus corpos e saí da casa, mas novamente vieram os outros lobisomens... Eu matei uma tribo, e uma família de fazendeiros, mas se eu não os matasse, eu seria morta, eu me sentia totalmente culpada, corri pela floresta ao máximo que pude e quando parei estava nevando, e estava no meio de uma estrada, sem carros não sabia horário , data, ou lugar, me sentia inútil.
Um carro passou, corri atrás dele, pulei no para brisa, quebrei o vidro, parei o carro, matei as pessoas, peguei a roupa da mulher, joguei o homem no rio, me lavei, vesti a roupa, e percebi que estava me tornando uma assassina e isso estava me consumindo, e me tornando cada vez mais assim...

