O Necessário para Viver
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O Necessário para Viver

Sinopse

Cansado da vida violenta e obscura experienciada na máfia, Akutagawa, decidido a conferir um novo cenário repleto de possibilidades em seu cotidiano, larga seus dias de criminoso e parte para uma realidade distante e altamente anômala da correria da cidade grande. A princípio, se refugiar para além das montanhas, bem no centro de uma campo pacífico e retrógrado, não deveria ser tarefa difícil; entretanto, um contratempo envolvendo uma cilada e um disparo mal calculado acarreta em uma alteração em seus planos e, por conseguinte, termina por ter seu caminho cruzado com um jovem e ingênuo fazendeiro. Simples e amável, Atsushi Nakajima remete a pura tradução de uma paz harmoniosa e agradável, ainda que um pouco irritante; no entanto, não leva muito tempo para Akutagawa perceber que havia mais que somente forçada gentileza residida naqueles olhos calorosos e singulares — acobertados, na verdade, por uma intrigante névoa de temor e apreensão. [Shin Soukoku/ Akuatsu]
16+História Concluída~1h 5min de leitura

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Olá! Somos Line e Sahh, muito prazer! ֍ O Nyah! já foi mais vivo que hoje em dia, but permanecemos por puro carinho・ᴥ・ ֍ Atualmente vicia...

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Total: 13,094 palavras
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Capítulo Único

13,094 palavras•~66 min

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Anamnese

A única certeza para a vida de uma criança após o nascimento era a morte e para ele, esta era a única certeza que o mantivera vivo, pleiteando a sua própria ao longo dos anos em que estivera encarnado em terra. Mesmo que seu desejo não passasse de piada para aqueles que o cercavam, Dazai Osamu tão pouco desistiria sem tentar mais uma vez. Quem diria que em um momento de lapso ele enfim atingiria seu tão sonhado objetivo. Morrer.

Sobre crises depressivas e sua administração

“Sinto muito” As palavras queimaram sua língua como sempre faziam, mas se havia alguém que merecia sua honestidade e arrependimento era Chuuya. Sempre haveria uma distância entre eles que nenhum dos dois iria conseguir consertar, mas Deus se Dazai não estava tentando “Eu sinto muito por fazer meu Chuuya passar por isso” denovo ficou suspenso no ar, subentendido por ambos. “Não se desculpe” Chuuya terminou de enrolar as bandagens por cima das feridas, ajustando o tecido com folga o suficiente para não sobrecarregar os sentidos já eriçados de Dazai, porque ele sempre tendia à sensibilidade excessiva que alternava com o total entorpecimento durante suas crises e o fato de homem sempre se lembrar disso fazia-o ainda mais cru e vulnerável por dentro. “Você é meu atormentar, mas também é meu para cuidar, ok?” Chuuya deu um tapinha suave no seu jeolho com o tom leve como se não fosse a coisa mais gentil que havia tocado (que havia acontecido com) Dazai “De um à dez como estamos nos sentindo agora?”