Nonsense 2 - A Babaquice Continua

Boneco de Neve

Nonsense 2 - A Babaquice Continua

Sinopse

Pra quem não aguentou o primeiro Nonsense, chore. Aqui está a sequência. Curta... Se conseguir.
14+História Concluída~17min de leitura

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Quem sou eu? Você só pode estar brincando... Tá perguntando para um boneco de neve quem é ele? Sério, voc&...

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Total: 3,414 palavras
01

Capítulo 1 - Apartamento

462 palavras•~3 min
02

Capítulo 2 - Shopping

752 palavras•~4 min
03

Capítulo 3 - Parque de diversões

1,354 palavras•~7 min
04

Capítulo 4 - Hospital

846 palavras•~5 min

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Mais como esta

O reino de Emperícia era um reino que guardava uma grande fama em Realia, especialmente por causa de seu poterio militar. Suas estruturas de treinamento e de pesquisa estavam entre os mais avançados, tendo, como o maior resultado de seus testes, um poderoso manipulador que, tamanha a sua implacabilidade, foi denominado como a arma definitiva do reino: William Storde. Tudo isso incomodava os reinos vizinhos, cuja rixa não era de pouco tempo atrás. Um reino vizinho de Emperícia, Roquinon, desejava, assim como outros reinos ao redor de Emperícia, superar o seu poder militar. Para isso, eles resolveram realizar uma experiência parecida com a que deu origem ao poderoso manipulador de relâmpagos negros. Deu certo. Eles deram origem a um manipulador dito ser capaz de deter William completamente, caso um dia este viesse a combatê-lo. Mas houve um problema: Não conseguiram mantê-lo sob seu controle. O manipulador fugiu de Roquinon e adotou como lar o reino rival. Ele viveu lá por muito tempo em paz, mas seu paradeiro foi descoberto pelos seus algozes e estes não irão descansar até trazê-lo de volta. Assim se inicia a luta de Niels Kerbloch. A luta por sua liberdade.

Longe de Chesord e Emperícia, assim como das calamidades que ocorriam entre esses dois reinos, havia um pequeno reino que vivia em relativa paz, mas tinha seus problemas para resolver. O reino de Sortiny se esforçava para crescer, porém estava sendo alvo de ataques constantes de bandidos e invasores, que se aproveitavam do extermínio das bruxas guerreiras do clã Darphai e a consequente fragilidade para roubar o povo e seus bens. Em resposta, o reino adotou algumas medidas, incluindo a contratação de mercenários e caçadores de recompensas. Dentre esses caçadores, existe uma mulher peculiar com um passado penoso e vários mistérios, que embarca em arriscadas aventuras para fazer a vida. Mas a vida dela está muito perto de mudar. A caçada de Mileena começa agora.

Dois opostos, duas apostas e dez mil motivos para não se apaixonar. Para o mundo, Marcos tem tudo sob controle: o terno impecável, as vendas milionárias e o charme natural que parece encantar qualquer pessoa. Mas por trás do sorriso fácil, ele guarda o medo latente de amar e perder quem ama. Para o mundo, Malu é a amiga colorida e desorganizada que não sabe o que quer do futuro. Recém-liberta de um namoro apagado, ela só deseja manter a sua independência e distância do cara mais perigoso do seu círculo de amizades: o engraçadinho que ganha qualquer uma no papo antes mesmo de ela perceber. Um acordo de namoro falso parecia a solução perfeita para os problemas de ambos: ele afasta uma cliente inconveniente, ela tenta faturar uma aposta absurda de dez mil reais feita pelos amigos. A regra era simples: sobreviver a alguns encontros e provar que são completamente incompatíveis.

Todo mundo conhece a fábula da raposa que finge não querer as uvas por não conseguir alcançá-las. Mas e se, no fundo dessa história, nunca tivesse existido raposa nenhuma? Em Causo do Cão Chamado Raposa, uma avó revela a origem esquecida do conto: um cachorro vira-lata, batizado Raposa por causa do pelo ruivo, que numa seca terrível não desiste diante do cacho de uvas fora de alcance. Ele espera, arma um plano com uma pedra e o vento, e consegue. A confusão nasce de um vizinho fofoqueiro que espalha a história errada numa roda de bebida, e o nome próprio vira espécie, geração após geração, até virar a fábula que todo mundo aprende na escola. Uma releitura sobre como as histórias se deformam ao passar de boca em boca e sobre como a versão que vira lição de moral nem sempre é a mais parecida com o que realmente aconteceu.