— Doutora? – Chamou o rapaz quando a porta automática se abriu, dando-lhe acesso ao laboratório. Ao não receber uma resposta, ele simplesmente caminhou para dentro do recinto, ouvindo um baixo estampido quando a porta de metal cerrou-se atrás de si, lançando o ambiente no mais denso breu.
O lugar encontrava-se tão escuro, que o rapaz teve que estreitar os olhos para poder enxergar ao menos um palmo à frente de seu nariz em meio aquele negrume.
— Doutora? Olá?! Alguém em casa? – Tornou a chamar com as mãos em concha sobre a boca para que sua voz soasse mais alta, todavia, apenas ouviu o eco de sua frase pelo lugar. O jovem deu um passo avante, colidindo com algo metálico e duro por consequência, chutando-o para longe. Instantaneamente ele se retraiu perante ao alto barulho que causou e por ter sido tão desastrado, soltando um xingamento entredentes.
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