Layla
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Sinopse

Impetuosa, sincera e cara de pau, Layla Strike é uma adulta de vinte e tantos anos que, por conta dos comentários mais aleatórios e infelizes, está desempregada, solteira e morando com sua elegante e impaciente mãe. Cansada dos recentes infortúnios apadroados por sua enorme boca, decide procurar a ajuda de um profissional, mas... Tem tratamento pra sinceridade descabida?
16+Em Andamento~8min de leitura

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Me chamo Bruna e prefiro atender pelo nome rosett. No minúsculo. Minhas histórias são assinadas como rosett_bubah ou Lisianthus Klaveret em...

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— Não tenho certeza do por quê devo me apresentar. Me explique de novo, por favor. - Pediu a gata confusa enquanto sua humana segurava a pedra lisa escura e retangular. — Zara, é só falar sobre o que é a história. - A humana pediu por trás da pedra. — Mas quem escreveu não foi eu! Eu nem sei escrever? Vê? Não há polegares opositores aqui! - A siamesa levantou a pata como que em prova do que dizia. — Pelo amor de Deus, gato! Só fala qualquer coisa. — Ok... Miaaaaaau... Me dá raçããããããããão! - E, levantando-se, esfregou o rosto na pedra lisa fazendo o objeto perder o equilíbrio da mão de sua humana. — Zara, meu celulaaar!!! - Berrou a humana apanhando a pedra lisa que caiu com um baque agudo no chão. — Vixe... - Sentindo o que estava por vir, a gata saltou com elegância da mesa e saiu da sala indo para a cozinha - Será que agora ela me dá ração?

Há 10 anos, o Reino de Coralina caiu. Todos acham que a herdeira morreu naquela noite. Todos estão errados. Coral tem 15 anos, uma cauda rosa que brilha demais, um colar quebrado da mãe e um pai que vive olhando para trás. No seu primeiro dia no Colégio Maré Alta, ela conhece suas melhores amigas e um príncipe de cauda azul que sente que já viu ela em algum sonho. O que Coral ainda não sabe é que seu passado está voltando para buscar ela. E que ela é muito mais importante do que imagina.

Há um tipo de silêncio que pesa mais do que qualquer grito de guerra. É o silêncio da fresta dos carvalhos pelo chão gélido, o vapor de uma sopa compartilhada apenas com a saudade e o medo constante de estar esperando por quem talvez nunca mais volte. Em Patávium, Aemília tornou-se a senhora de um lar assombrado pela incerteza. Dividida entre a responsabilidade implacável de governar a terra e o tormento íntimo de não saber o destino do marido, ela se recusa a sucumbir ao desespero. Para proteger a propriedade e os que dela dependem, Aemília terá de encontrar forças onde só restou a solidão provando que a dignidade e o amor podem ser escudos tão resistentes quanto o ferro.

Algumas portas, uma vez abertas, não podem mais ser fechadas. Helena não tem pressa, nem tem medo, e não se deixa levar por palavras bonitas. Mas toda rosa tem seu espinho. Quando duas presenças tão diferentes cruzam seu caminho, ela descobrirá que não é possível manter tudo sempre sob controle. Uma acalma, o outro incendeia. Um é abrigo, o outro é tempestade. Pois até a mais suave calmaria guarda uma chama, e na própria tempestade já existe o prenúncio de bonança - cada coração carrega dentro de si tanto a chama quanto a brisa que pode apagá-la. Cuidado para não se perder. O labirinto é seu, e só você encontrará a saída.