Naquela noite, durante o jantar, Leah não tirou os olhos da porta que levava a garagem. Felizmente, com a morte do seu pai, Sue havia colocado um armário de louças que cobria toda a passagem e não permitia que nenhuma das mulheres se lamuriasse durante a madrugada naquele cômodo em específico.
— Tudo bem, Lee? — sua mãe questionou gentilmente, colocando a mão sobre a dela.
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