Acordei assustada. Ainda conseguia ouvir as vozes deles. Fechei os olhos com força tentando apagar aquela memória. Não podia ser… não…
“Querida Amanda… como o tempo passa demasiado depressa. E como as coisas correm como eu quero. Nunca pensei que alguma vez os pudesses ver. Ou que irias encontra-lo. Ahahahahah! Eu sou um génio! E agora que vocês se conhecem… aaaah, as coisas vão melhorar. E a guerra… oh!, a guerra! Ela vai começar!”
Abri os olhos com medo. Eu não sabia o que se estava a passar comigo. Uma coisa é ver fantasmas. Outra é ouvir profecias. Mas aquilo não podia ser real. Simplesmente não podia ser real! Sentei-me e vi que no canto da sala — que eu não sabia onde era – estava o Biersack.
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