Desabafo de uma Escritora
Desabafo de uma Escritora

Desabafo de uma Escritora

Sinopse

Não é uma história fictícia, fiz todo esse texto num impulso causado pela raiva quando ao procurar fanfics de determinada categoria tudo o que apareceu foi os clichês que eu mais odeio então como forma de extravasar escrevi isso citando as coisas que me incomodam e os motivos para isso, fiquem a vontade em ler caso estejam preocupados com clichês repetitivos.
14+História Concluída~7min de leitura

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Total: 1,444 palavras
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O Desabafo.

1,444 palavras•~8 min

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Pra começar me inspirei com a data, mas o maior pique foi quando eu e meu pai saímos de casa umas sete ou oito horas, com a desculpa esfarrapada de que íamos comprar osso pra nosso cachorro, e fomos até uma floricultura aqui perto para comprar o presente de dia dos namorados dela. A questão é que o casamento deles não é perfeito, legalmente falando nem é um casamento, é a segunda vez dos dois, mas, uau, foi tão fofo, é tão fofo o modo como ele comprou as flores, as escondeu no carro para depois entregar, isso me inspirou profundamente. Essa história trata de um romance entre uma mulher e um homem, ele está na guerra e ela ficou no país, a saudade é maior que tudo, nem preciso de muito suspense, é o tipo de oneshot fofa que fiz com o intuito de fazê-los vomitar arco íris.

16+< 25mRomanceEcchi

Eu o amo, ah como o amo, esse sentimento toma conta de mim e faz com que eu dedique-me totalmente a ele. Amei-o e amei-o sem frescuras ou doce, deixei claro que no meu mundo apenas ele importava. Porém não bastou, para Yato eu não bastava, não era suficiente. Aquela gata de rua era melhor do que? Não, não era. Ele estava delirando ou enfeitiçado por ela, só podia, mas não se preocupe meu amor eu iriei provar novamente a intensidade do meu sentimento, jamais deixaria que alguém nos atrapalhasse, nos tirasse da pequena bolha de nosso amor. Não chore ou grite Kurumi-chan, esse é apenas mais um ato de amor.

Dois opostos, duas apostas e dez mil motivos para não se apaixonar. Para o mundo, Marcos tem tudo sob controle: o terno impecável, as vendas milionárias e o charme natural que parece encantar qualquer pessoa. Mas por trás do sorriso fácil, ele guarda o medo latente de amar e perder quem ama. Para o mundo, Malu é a amiga colorida e desorganizada que não sabe o que quer do futuro. Recém-liberta de um namoro apagado, ela só deseja manter a sua independência e distância do cara mais perigoso do seu círculo de amizades: o engraçadinho que ganha qualquer uma no papo antes mesmo de ela perceber. Um acordo de namoro falso parecia a solução perfeita para os problemas de ambos: ele afasta uma cliente inconveniente, ela tenta faturar uma aposta absurda de dez mil reais feita pelos amigos. A regra era simples: sobreviver a alguns encontros e provar que são completamente incompatíveis.

Todo mundo conhece a fábula da raposa que finge não querer as uvas por não conseguir alcançá-las. Mas e se, no fundo dessa história, nunca tivesse existido raposa nenhuma? Em Causo do Cão Chamado Raposa, uma avó revela a origem esquecida do conto: um cachorro vira-lata, batizado Raposa por causa do pelo ruivo, que numa seca terrível não desiste diante do cacho de uvas fora de alcance. Ele espera, arma um plano com uma pedra e o vento, e consegue. A confusão nasce de um vizinho fofoqueiro que espalha a história errada numa roda de bebida, e o nome próprio vira espécie, geração após geração, até virar a fábula que todo mundo aprende na escola. Uma releitura sobre como as histórias se deformam ao passar de boca em boca e sobre como a versão que vira lição de moral nem sempre é a mais parecida com o que realmente aconteceu.