



Dead Joana
Uma simples, cômica (em certo ponto) e trágica crônica sobre uma garota que não sabia o que era uma Gaiola de Faraday.
Sinopse
Escrito por
Ver perfil*eu gosto de amarelo, baunilha e bojack horseman* Oito dicas de escrita de Neil Gaiman #1. Escreva. #2 Escreva uma palavra depois da outra....
Recomendações
0Seja o primeiro a recomendar esta história para outros leitores!
Pobre Joana
Nenhum personagem registrado nesta história.
Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
13 de março de 2015
Última Atualização
13 de março de 2015
Status Editorial
Concluída
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:
O Grito da Raposa
+16•1.304 palavras•Histórias originais•Drama•Mistério•Suspense•Terror•Darkfic•Horror
Sirenas
+16•3.788 palavras•Histórias originais•Fantasia•Mistério
A misbehaving a day? Krampus is on his way!
L•198 palavras•Histórias originais•Fantasia•Mistério
I knew right then, you'd be mine
L•1.378 palavras•Percy Jackson e os Olimpianos•Comédia•Romance
After Happily Ever After
L•4.616 palavras•Histórias originais•Fantasia•Universo Alternativo
Mais como esta
"Mais uma vez, o verão se convertia em outono. As folhas das árvores, antes de um intenso verde, agora lentamente tornavam alaranjadas e começavam a formar um tapete sobre a terra. A umidade que tomava conta do local tornava os dias mais letárgicos, a chuva intensificava com o passar dos dias e junto consigo, arrastava o espírito juvenil que eu costumava ter".
"Não adianta fugir, nem se esconder. O cheiro do medo ele vai perceber, pobre criança". Umas rimas sobre o demônio do natal, amicíssimo do papai noel. fica esperto!
A Fundação Lâfrer sempre foi um lugar de certezas absolutas: a trajetória de uma bala, a lógica de um algoritmo e a imutabilidade do sangue. Mas, para a nova geração, o campo de batalha mudou. Não se trata mais apenas de sobreviver, mas de sustentar o peso de nomes que se tornaram lendas. Dhorwack Lâfrer é o herdeiro perfeito. Calmo, letal e estrategista, ele encontrou em Elowen Styles o reflexo de sua própria disciplina militar. Juntos, eles são a face pública da ordem na Fundação, o casal que todos esperam que lidere o próximo século com punho de ferro e luvas de seda. Para Dhorwack, o amor é um contrato de fidelidade e eficiência; para Elowen, o noivado é a missão mais importante de sua carreira. Do outro lado do espectro, está a tempestade. Hadjha Lâfrer carrega a genialidade tecnológica da mãe e a impaciência crônica de quem nunca soube o que é ser "comum". Ela vive no limite do processamento de dados, onde o silêncio é uma raridade e a vulnerabilidade é vista como uma falha de sistema. Para ela, a família é um cerco de expectativas sufocantes, e cada jantar é um lembrete de que ela é a única peça que ainda não se encaixou no tabuleiro. É nesse cenário de tensão que surge
Nos túneis do Viveiro Canto do Sussurro, o ar tornou-se perigoso. Não houve rugido nem garras. O Chefe Hollow foi a primeira vítima do Sopro da Terra, uma força invisível que não mata por fome, mas por retribuição. Selados no subsolo, os coelhos descobrem que estão presos com seu algoz, que "colhe" vidas em nome de uma profecia antiga: a contagem macabra dos Sete Suspiros. Soberba. Inveja. O ciclo começou, e a detetive Cobye interpreta os corpos como reflexos dos pecados. Mas, enquanto ela rastreia a dívida do Viveiro com o Solo, o medo se volta para Vesper, uma recém-chegada cujo passado pode ser o motivo pelo qual o Sopro parou ali. A cada silêncio, o medo cresce. Quem será o próximo a pagar pelo seu segredo? O Sopro está dentro. E ele sempre sabe quem está sendo observado.
O domínio mudou. O layout é novo. O nome agora é +Fiction. O site evoluiu para acompanhar o ritmo de um mundo que não para, mas por que as histórias parecem presas em 2008? Enquanto o leitor antigo trocou o monitor do PC pela tela do celular e a inocência pela vida adulta, os heróis de papel continuam congelados em dilemas que o tempo já resolveu. Esta história é uma provocação necessária: um mergulho no que acontece quando a realidade dos boletos, do cansaço e da pressa invade o castelo de vidro do "mais do mesmo". Se até a nossa casa mudou de nome, por que nós ainda temos medo de mudar de assunto?
Micro contos baseados em coisas rotineiras que acontece ao meu redor, escuto várias situações dentro do ônibus e trabalho, sem citar nomes, somente o que acontece





