Contos de Halloween
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Sinopse

Diversas histórias de arrepiar. Quando estiver lendo, não se assuste se começar a ouvir sons estranhos na sua casa e uma mão gelada tocando seu ombro. É só sua imaginação. Talvez... Dessa vez resolvi fazer algo diferente e postar, ao invés de uma história só, vários one-shots. Então cada capítulo é uma história diferente. Espero que gostem!
14+Em Andamento~1h 46min de leitura

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Eu gosto muito de escrever e atualmente tenho preferido fanfics com a turma da Mônica jovem. Além de escrever,...

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Total: 21,159 palavras
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Universo em conflito

Cebola está mais do que insatisfeito com sua vida. Insatisfeito com a família, com os amigos e principalmente com o namoro da Mônica com o DC, que acabou tirando suas chances de reaproximação. Tudo o que ele quer é sair dessa vida para não voltar nunca mais. Bem... ele devia saber que devemos ter cuidado com nossos desejos, pois pode se realizar de uma forma que nem imaginamos. E agora ele terá que lidar com uma situação totalmente nova, que virou seu mundo do avesso e de cabeça para baixo. Seu cérebro terá que funcionar como nunca, ele terá que crescer e amadurecer como pessoa se quiser que as coisas voltem a ser como antes.

Quer brincar comigo?

Quer brincar comigo? Prometo ser sua melhor amiga. Eu cuidarei de você, irei pentear seus cabelos, dar comida, arrumar suas roupas e te dar muito amor. Você será minha querida bonequinha e brincaremos juntas todas as noites. Então, quando a brincadeira acabar, pegarei o que sobrar de você e guardarei muito bem no fundo do armário, onde ninguém irá lhe encontrar. Será o meu tesouro secreto.

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Os anos inevitavelmente se passaram para a turminha... E o início da vida adulta trazem com ele inúmeras crises existenciais. Denise, agora cursando Jornalismo, busca reescrever e compreender sua própria narrativa. Talvez ela não queira continuar sendo apenas uma personagem secundária. Talvez, ela não esteja mais tão disposta a aceitar este rótulo. E foi assim que ela se rebelou. E esta é a sua história.

Red Flowers

Lágrimas escorriam por seu rosto, seu coração estava partido e aquilo doía, Deus, como doía. Ela preferia ter mil facas em brasas atravessando todo seu corpo do que só uma atravessando seu coração. O aperto em seu peito e estômago eram tão fortes que ela achou que não fosse aguentar. Ao chegar em casa, se jogou pelas escadas até chegar ao seu quarto e finalmente ao banheiro, onde colocou tudo pra fora, quando finalmente terminou, seu estômago estava vazio. Mas o vazio combinava com seu coração, que pesava em seu peito, ao mesmo tempo tão vazio e tão cheio e com uma dor sufocante, sentia como se alguém estivesse com seu coração entre as mãos, apertando, esmagando, sufocando ... e ela quase desejou que fosse realmente isso porque, pelo menos assim, aquela sensação desesperadora desapareceria. Enxaguou a boca com a água da torneira, a sensação estranha em sua língua e ergueu os olhos para o espelho. Só naquele momento, encarando a figura arrasada que a encarava de volta, Mônica percebeu que estava chorando, finalmente tomando consciência das lágrimas quentes que lhe escorriam pelo rosto. Os olhos pareciam de um animal dilacerado ou alguém que tinha perdido o que mais amava na face da terra, o que de certa maneira era verdade, exceto que ela não havia perdido, havia escolhido deixar. — Acabou, Cebola! Acabou ... As lembranças e as palavras ecoaram em sua mente, e a dor que veio com elas foi tão grande que a fez cair de joelhos no chão de madeira, soluços escapando de sua garganta e por fim um grito, um grito dolorido que ainda sim não conseguia exprimir toda a dor que sentia naquele momento.