CA: Clichês Anônimos
CA: Clichês Anônimos

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Sinopse

CA é uma associação de suporte psicológico à personagens de fanfictions. Com muita comédia, romance e palavrões os personagens contam seus dramas e partilham suas tristezas.
16+Em Andamento~5min de leitura

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Cada pessoa possui seu vicio, o meu é a imaginação. Acredito que cada um possui um talento, e que apenas a imaginação pode nos levar a ele....

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Total: 1,020 palavras
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Capítulo 1

1,020 palavras•~6 min

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Era uma vez em um reino distante, duas pedras mágicas que continham o poder da luz e das trevas. Estas pedras eram chamadas de Lumiré e Tenébre. Estas pedras mantinham o equilíbrio da magia, mantendo humanos, bruxas e fadas em harmonia. A lenda das pedras mágicas espalhou-se por reinos vizinhos e inspirou bardos a escreverem cânticos sobre bruxas e fadas. Estes foram chamados de Contos de Fadas. Eles chegaram aos ouvidos dos camponeses e do rei que os tomou como verdade e incitou uma caça as bruxas. A lider das bruxas tentou explicar ao rei o mal entendido, porém ela também foi caçada. Furiosa, se rebelou contra os humanos e lançou uma maldição sobre o reino, chamada a Maldição das Fadas. Seus efeitos foram inspirados nos cânticos e eram impossíveis de serem quebrados. A lider das fadas e poucas bruxas que não foram corrompidas lutaram contra sua irmã de magia e a derrotaram! Oito anos se passaram e as maldições ainda eram lançadas por bruxas corrompidas pelo ódio. Mesmo a princesa do reino, não pode escapar da Maldição das Fadas

Dois opostos, duas apostas e dez mil motivos para não se apaixonar. Para o mundo, Marcos tem tudo sob controle: o terno impecável, as vendas milionárias e o charme natural que parece encantar qualquer pessoa. Mas por trás do sorriso fácil, ele guarda o medo latente de amar e perder quem ama. Para o mundo, Malu é a amiga colorida e desorganizada que não sabe o que quer do futuro. Recém-liberta de um namoro apagado, ela só deseja manter a sua independência e distância do cara mais perigoso do seu círculo de amizades: o engraçadinho que ganha qualquer uma no papo antes mesmo de ela perceber. Um acordo de namoro falso parecia a solução perfeita para os problemas de ambos: ele afasta uma cliente inconveniente, ela tenta faturar uma aposta absurda de dez mil reais feita pelos amigos. A regra era simples: sobreviver a alguns encontros e provar que são completamente incompatíveis.

Todo mundo conhece a fábula da raposa que finge não querer as uvas por não conseguir alcançá-las. Mas e se, no fundo dessa história, nunca tivesse existido raposa nenhuma? Em Causo do Cão Chamado Raposa, uma avó revela a origem esquecida do conto: um cachorro vira-lata, batizado Raposa por causa do pelo ruivo, que numa seca terrível não desiste diante do cacho de uvas fora de alcance. Ele espera, arma um plano com uma pedra e o vento, e consegue. A confusão nasce de um vizinho fofoqueiro que espalha a história errada numa roda de bebida, e o nome próprio vira espécie, geração após geração, até virar a fábula que todo mundo aprende na escola. Uma releitura sobre como as histórias se deformam ao passar de boca em boca e sobre como a versão que vira lição de moral nem sempre é a mais parecida com o que realmente aconteceu.