Autoextermínio
Autoextermínio

Autoextermínio

Sinopse

À beira de exterminarem-se emocionalmente, diferentes personalidades narram a dura convivência que é arcar com distúrbios psicológicos e em como isso afeta além delas; mas a maneira como destrói, lenta e impiedosamente, cada fragmento do que são.
16+Em Andamento~11min de leitura

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medium . . . "Eu sou a humanidade, ela tinha escrito. Egoísta, obstinada, sentimental, infantil, vaidosa. Eu sou a humanidade. Cínica,...

Recomendações

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Siegrfried

Siegrfried

@

“Quem me conhece, sabe que só recomendo histórias com bom conteúdo e potencial. Foi isso que vi aqui, nessa sequência de Drabbles, onde Nyx relata através de contos muito bem construídos, histórias que são tão atuais que beiram o limiar entre realidade e ficção. Me reconheci em algumas histórias dela, reconheci amigos em outras. Tudo muito doce e bem escrito. Se você está pensando em ler, pegue um café e comece, vale muito à pena e eu recomendo que retire todos os conceitos formulados sobre a temática tratada, antes de prosseguir. Garanto que não vai se arrepender.”

Total: 2,200 palavras
01

1 — Maria

Drabble
100 palavras•~1 min
02

2 — Eduardo

Drabble
100 palavras•~1 min
03

3 — Cecília

Drabble
100 palavras•~1 min
04

4 — Gabriel

Drabble
100 palavras•~1 min
05

5 — Flora

Drabble
100 palavras•~1 min
06

6 — Alésia

Drabble
100 palavras•~1 min
07

7 — Fabrício

Drabble
100 palavras•~1 min
08

8 — Helena

Drabble
100 palavras•~1 min
09

9 — Pedro

Drabble
100 palavras•~1 min
10

10 — Larissa

200 palavras•~1 min
11

11 — Paulo

200 palavras•~1 min
12

12 — Alice

200 palavras•~1 min
13

13 — Laura

200 palavras•~1 min
14

14 — Vitor

200 palavras•~1 min
15

15 — Luíza

200 palavras•~1 min
16

16 — Gustavo

Drabble
100 palavras•~1 min

Nenhum personagem registrado nesta história.

Mais como esta

Quando uma praga se espalha, o mundo é parcialmente destruído. Na atual realidade, as pessoas foram divididas em diferentes estações em um complexo isolado próximo ao que restou de Los Angeles. Audrey é uma das poucas garotas próximas aos quatorze anos - a idade em que todos os jovens são recolhidos e obrigados a um treinamento rígido, temendo por futuros ataques que acabem, por sua vez, aniquilando totalmente com a raça humana - que não faz a mínima ideia do que a aguarda. Mal sabe que seu destino está traçado para caminhos perigosos e que, provavelmente, terá que tentar enganar a morte várias vezes.

Há um tipo de silêncio que pesa mais do que qualquer grito de guerra. É o silêncio da fresta dos carvalhos pelo chão gélido, o vapor de uma sopa compartilhada apenas com a saudade e o medo constante de estar esperando por quem talvez nunca mais volte. Em Patávium, Aemília tornou-se a senhora de um lar assombrado pela incerteza. Dividida entre a responsabilidade implacável de governar a terra e o tormento íntimo de não saber o destino do marido, ela se recusa a sucumbir ao desespero. Para proteger a propriedade e os que dela dependem, Aemília terá de encontrar forças onde só restou a solidão provando que a dignidade e o amor podem ser escudos tão resistentes quanto o ferro.

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Algumas lembranças não precisam de um nome para se tornarem impossíveis de esquecer. Uma noite. Dois desconhecidos. Nenhuma promessa. Beatrice Cross jamais imaginou reencontrar o homem que, por algumas horas, fez o mundo desaparecer. Sem nomes ou expectativas, aquela noite deveria ter ficado no passado. Até que ela o reconhece. Ethan Harrington é tudo o que deveria evitar: arrogante, impecável e perigosamente capaz de despertar sentimentos que ela passou um ano tentando esquecer. Agora, porém, existe um obstáculo entre eles: Mark Sterling. O homem que Beatrice escolheu. O melhor amigo em quem Ethan jamais pensou que precisaria mentir. Entre encontros inevitáveis, olhares demorados e uma tensão impossível de ignorar, a atração ameaça ultrapassar todos os limites. Beatrice sabe o que pode perder. Ethan conhece o peso da lealdade. E Mark confia nos dois sem imaginar que o perigo está mais perto do que poderia supor. Porque algumas escolhas não destroem apenas relacionamentos. Destroem tudo aquilo que se tentou proteger. E, às vezes, a mentira mais cruel é fingir que nada aconteceu.

Nicolas sempre foi uma criança difícil de acompanhar. Aos cinco anos, tem energia de sobra, um apetite que parece não ter fim e uma coleção de perguntas que sua mãe nem sempre sabe responder. Ultimamente, porém, algumas coisas começaram a preocupar Jaqueline. O filho reclama de dores que ninguém consegue explicar, passa noites inquietas e apresenta comportamentos cada vez mais difíceis de compreender. Entre consultas, exames e recomendações médicas, ela tenta encontrar uma explicação. Quando um incidente em uma aula deixa outra criança gravemente ferida, Jaqueline começa a temer que esteja deixando passar alguma coisa importante. Ela só não imagina o quanto está certa.