— Talvez… — mordeu o lábio inferior, voltando a olhar para xícara, agora podendo ver seu fundo — possamos comprar uma para levar para a Hange. Ela vive à base de café queimado e pão seco.
A ideia de Mikasa fazendo uma gentileza tão doméstica, tão normal, foi tão inesperada que Armin riu, um som claro e leve que fez uma ou duas pessoas na confeitaria olharem para eles.
— Acho que ela ia achar um troço venenoso e ficar analisando por uma semana antes de comer. Mas... é uma boa ideia. — Concordou, ainda sorrindo. — Nós podemos dividir outra na próxima vez.
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