Anata no Ai
Anata no Ai

Anata no Ai

Sinopse

Não dá pra fazer sinopse para uma historia acidental né? @_@ Na proxima usamos camisinha-q *Gilly vai me matar por essa sinopse*
14+Em Andamento~28min de leitura

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Adoro histórias, um dia pretendo escrever um livro e vê-lo ser publicado. Pena que, infelizmente, meu gênero favorito não seja a autobiogra...

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Pirulito que bate-bate

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O Gorjeio

Anoitecia. O cheiro leve de flores silvestres alastrava-se pelo quarto quando o moreno abriu uma janela. Eu precisava saber o que tanto incomodava Miyavi, era mais que uma retribuição amigável de favor... Sentia a dor dele como se fosse minha. {KxM}

Omedetou Ruki!

O Kai me convidou para uma noite de karaokê. Normalmente eu passo a data trabalhando, porém, achei de bom tom aceitar essa proposta inusitada e tão em cima da hora. Por que iríamos juntos a um local onde a principal fonte de entretenimento era música?

Amor de girassol

- Se eu não voltar, gostaria que minhas cinzas fossem jogadas neste campo de girassóis. Faria isso por mim, Suzuki-san? — Se você voltar, se casaria comigo? — Isso é uma promessa de mindinho! Era verão quando o meu sol se apagou, sem você por perto, o inverno nunca iria embora.

Demon's Love

Kai é um anjo caído do qual via-se entediado, por ter sido obrigado a levar somente almas ruins ou recrutar anjos para a causa de Lúcifer. Em contrapartida, Uruha poderia ser da mesma espécie, porém sua índole era de proteção cujo intuito era auxiliar um humano que deprecia sua vida. Em um certo momento, sem ao menos notar, o anjo loiro havia chamado a atenção do guiado pelo Rei do submundo. Talvez poderia intitular aquela situação como um romance proibido?

Naquela realidade em que vivia era um cientista, físico em busca de algo maior, mas que no final seu ciclo de amizades acabava se fechando em dois colegas de trabalho, uma planta e duas inteligências artificiais. E é claro, os almoços de domingo na casa de seus pais, onde ouvia sua mãe falar sobre como seu irmão estava feliz com o emprego bem-sucedido e sua prima havia mandado fotos das duas filhas gêmeas — dois anjinhos, quando vai me dar netos Takashi? — seus olhos estavam fixos na caneca de café com uma estampa boba com dois ratinhos onde se lia “A resposta é 42”. Suspirou ao perceber que havia se perdido em devaneios. Pegou o café entre as mãos, sentindo o aroma, o doce aroma de mais algumas horas acordado sem se sentir uma ameba. Claro que aquele aroma ficava melhor com uma pitada de canela e pimenta caiena. — Perfeito… — sussurrou ao provar o café da maneira que gostava. Melhor que isso só quando estivesse em casa e pudesse colocar uma dose de uísque no café.