A quinta janelaCapítulo 2: A Porta que respira
O corredor parecia mais longo do que antes. Lara sentiu que seus pés afundavam no assoalho a cada passo, como se a casa estivesse tentando absorvê-la, centímetro por centímetro. A porta no fim — aquela que não constava na planta — pulsava com uma luz âmbar, agora um pouco mais intensa, como se soubesse que ela se aproximava.
Ela esticou a mão.
A maçaneta estava morna. Não metálica — quase... orgânica.
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