Vuvuzelas
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Sinopse

Esse é um poema que eu fiz em homenagem as Vuvuzelinhas queridas que usamos pra soprar.
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PEÇO DESCULPAS A TODOS OS MEUS LEITORES, MAS ESTOU EM HIATUS POR TEMPO INDETERMINADO :( SE TIVEREM PERGUNTAS, MINHA AMIGA, Frer...

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Enquanto chumbo cai, passa pelos nossos fantasmas Para sempre, para sempre Como espantalhos que alimentam esta chama, nós estamos queimando Para sempre e sempre saiba o quanto quero mostrar a você que é a única Como uma cama de rosas, há uma dúzia de razões nessa arma Lucas cresceu. E ainda vê os fantasmas de Gerard e Gabriela. Leva uma vida normal, e agora com 10 anos começa a ter problemas. Gerard e Gabriela farão de tudo para que a trágica história não se repita... o tempo é curto... e eles podem perdê-lo. E enquanto estamos caindo, e nessa piscina de sangue E enquanto estamos de tocando as mãos, e enquanto estamos caindo E nessa piscina de sangue, e enquanto estamos caindo Eu verei seus olhos, e nessa piscina de sangue Eu encontrarei seus olhos, eu falo sério para sempre

Você não está nesta sozinho Deixe-me quebrar este silêncio desagradável Me deixe ir, ir falar em público Ser o primeiro a dizer "Sinto muito" E me ouça! Gabriela, 12 anos. Vida difícil. -O que mais importa pra você?!- Gritou ele comigo. -A música!- gritei em retorno. -Prove isso! Entre lá e prove! -Eu não posso! -Não vai?! Eu confiava em você.

Dois opostos, duas apostas e dez mil motivos para não se apaixonar. Para o mundo, Marcos tem tudo sob controle: o terno impecável, as vendas milionárias e o charme natural que parece encantar qualquer pessoa. Mas por trás do sorriso fácil, ele guarda o medo latente de amar e perder quem ama. Para o mundo, Malu é a amiga colorida e desorganizada que não sabe o que quer do futuro. Recém-liberta de um namoro apagado, ela só deseja manter a sua independência e distância do cara mais perigoso do seu círculo de amizades: o engraçadinho que ganha qualquer uma no papo antes mesmo de ela perceber. Um acordo de namoro falso parecia a solução perfeita para os problemas de ambos: ele afasta uma cliente inconveniente, ela tenta faturar uma aposta absurda de dez mil reais feita pelos amigos. A regra era simples: sobreviver a alguns encontros e provar que são completamente incompatíveis.

Todo mundo conhece a fábula da raposa que finge não querer as uvas por não conseguir alcançá-las. Mas e se, no fundo dessa história, nunca tivesse existido raposa nenhuma? Em Causo do Cão Chamado Raposa, uma avó revela a origem esquecida do conto: um cachorro vira-lata, batizado Raposa por causa do pelo ruivo, que numa seca terrível não desiste diante do cacho de uvas fora de alcance. Ele espera, arma um plano com uma pedra e o vento, e consegue. A confusão nasce de um vizinho fofoqueiro que espalha a história errada numa roda de bebida, e o nome próprio vira espécie, geração após geração, até virar a fábula que todo mundo aprende na escola. Uma releitura sobre como as histórias se deformam ao passar de boca em boca e sobre como a versão que vira lição de moral nem sempre é a mais parecida com o que realmente aconteceu.