Uma Noite De Lua Cheia
Uma Noite De Lua Cheia
Capítulo 116 min de leitura

Uma noite de lua cheia.

A noite estava escura e silenciosa, exceto pelo som dos grilos cantando na grama. A lua cheia estava no céu, iluminando a floresta como um grande farol natural. Rin se levantou e esfregou os olhos sonolentos. Ela olhou para o lado e viu Jaken-sama, o fiel companheiro de Sesshoumaru-sama, dormindo profundamente aos pés de Ah-uh. Ela correu os olhos procurando por ele, seu grande mestre, Sesshoumaru, mas não o encontrou. Calmamente, ela se levantou e caminhou o mais silenciosamente possível. Ela não queria acordar ninguém. Sabia que havia um lago perto de onde estavam acampados e, como estava com sede, decidiu ir até lá beber um pouco de água. Enquanto caminhava pela floresta, seus pensamentos se voltaram para Sesshoumaru. Ela se perguntava onde ele estava e o que ele estava fazendo. Ela sempre foi fascinada por ele, desde o dia em que ele a salvou da morte. Ele era um demônio poderoso e implacável, mas também havia um lado gentil nele que ela só via ocasionalmente.

Rin se aproximou do lago e parou na beira da água. A lua cheia se refletia na superfície da água, criando uma trilha de luz prateada. Ela estava prestes a se ajoelhar e pegar um punhado de água quando ouviu um barulho. Ela se virou rapidamente e viu uma figura emergir no fundo do lago. A figura era alta e magra, com longos cabelos prateados que caíam em cascata pelas costas. Seus olhos eram prateados e penetrantes, e eles brilhavam na escuridão. Rin prendeu a respiração, seu coração começou a bater tão forte, que conseguia sentir os batimentos dando um nó em sua gargante. Ela correu rapidamente, e se escondeu atrás de uma árvore.

— Sesshoumaru-sama... (sussurrou em seus pensamentos.)

Ele estava nu, banhando-se nas águas do lago. A luz da lua iluminava seu corpo musculoso, e Rin podia ver cada linha e curva de sua pele. Encarou seu membro, que era enorme, mesmo que não estivesse duro. Ela corou, desviando o olhar rapidamente. Se repreendeu em silêncio.

— Meu Deus... eu vi... eu vi.... o Sesshoumaru-sama sem roupas...
Meu Deus... para de encarar... aquilo... Rin... sua... pervertida... (ela se atormentava em seus próprios pensamentos).

Sesshoumaru, em primeiro momento, não pareceu notar a presença de Rin. Ele continuou a se banhar, inconsciente de sua presença. Rin ficou ali por um momento, observando-o. Ela nunca o vira assim antes, tão vulnerável e exposto. Ela não sabia direito o que sentir, afinal, Sesshoumaru era o primeiro "homem" que ela via sem roupas. Tudo que ela pensava, era no quão lindo ele era. Ela sentiu uma onda de desejo percorrer seu corpo. Ela queria tocá-lo, sentir sua pele contra a dela. Mas ela sabia que isso era impossível. Ele era um demônio poderoso, e ela era apenas uma humana. Ele certamente iria rir desses desejos tão carnais. Afinal, Sesshoumaru-sama é um youkai livre de desejos humanos, não é? O coração de Rin batia forte no peito enquanto ela observava Sesshoumaru passar a mão lentamente em cada parte do seu corpo. Ela quis se aproximar mais, para poder contemplar de perto sua beleza. Ela sabia que estava sendo imprudente, mas não conseguia se conter. Ele era tão bonito, tão poderoso, tão...
Mas claro, o destino é cruel e ingrato. Por imprudência e emoção, Rin acabou esmagando um galho com seus pés. E fez um pequeno barulho de "crec". Que soou tão alto quanto uma árvore caindo no meio da floresta.
— Rin, sua...burra! (Pensava ela). De repente, Sesshoumaru se virou, seus olhos prateados frios como gelo fixos na árvore onde Rin estava escondida. — Ai droga!

Ela se encolheu, rezando para todos os deuses possíveis que Sesshoumaru não a descobrisse ali, seria embaraçoso demais.
— Quem você está tentando enganar?, ele disse, sua voz grave e rouca. — Saia já daí. Eu sinto seu cheiro Rin.
Disse Sesshoumaru encarando o pequeno monte de folhas aos quais Rin estava escondida. Ela corou violentamente, morrendo de vergonha. Saiu da árvore com a cabeça baixa, sem saber o que dizer. Ele a encarou de forma séria.
— O que faz acordada?, Sesshoumaru perguntou, sua voz ainda fria. — Você deveria estar dormindo. Disse ele, em um tom autoritário.

Rin hesitou por um momento, então murmurou: — Eu estava com sede. Vim buscar água...
Disse tremula. Tentando esconder seu desejo. Ela sentia que sua genitália havia ficado encharcada observando seu mestre Sesshoumaru. Ela estava envergonhada, e estava torcendo para ele não sentir o cheiro do seu desejo. Mas isso era praticamente impossível. Sesshoumaru tinha um olfato incrível. E certamente, conseguiria sentir o cheiro dela a quilômetros de distância.

Ele a observou por um longo momento, seus olhos cheios de uma expressão que ela não conseguia decifrar. E nem queria. Estava envergonhada demais por tal situação. Finalmente, ele sorriu de maneira debochada e a encarou de cima a baixo.
— Sede é...? Então, venha aqui. ele disse finalmente. — eu lhe darei água.

Ambos caminharam lentamente em direção um do outro. Sesshoumaru saiu um pouco da água, revelando mais seu corpo nú musculoso e escultural. E Rin se aproximou das margens do rio tentando não encará-lo. Mas era quase impossível. Ele pegou um pouco de água nas mãos em forma de concha, e aproximou dos lábios de Rin. Ela tomou água diretamente de suas mãos. Conseguia sentir o calor do seu rosto. Ela estava completamente envergonhada. Ele a encarava com um olhar de desafio.
— O-obrigada. Ela disse quando terminou. Sussurrando, e atropelando as palavras de maneira desajeitada.

Sesshoumaru assentiu com a cabeça. Suspirou e finalmente disse.
— Vai dormir, ele ordenou. — Está tarde. Ele se virou, e mergulhou novamente no lago. Rin queria obedecer seu mestre, beber sua água, e finalmente voltar a dormir. Mas não conseguia tirar seus olhos de Sesshoumaru. Ela ficou hipnotizada. Era impossível não querer olhar para ele. Sem nem mesmo perceber, Rin o observou por pelo menos dez minutos. Até que finalmente ele quebrou o silêncio. Sesshoumaru se virou, seus olhos prateados estreitos em fendas e a encarou de forma séria.

— O que foi, Rin? Perdeu o sono olhando para mim?, ele perguntou, sua voz grave e baixa. Rin corou, surpresa por ter sido pega novamente olhando para o corpo de Sesshoumaru. Ela desviou o olhar, sem saber o que dizer.
— n-não... disse envergonhada. Mas ele não se deu por satisfeito. E continuou a provocá-la.
— Está gostando do que está vendo? Sesshoumaru perguntou novamente, sua voz cheia de sarcasmo. Rin mordeu o lábio, lutando contra a vontade de olhar para ele. Ela sabia que ele estava apenas zombando dela, mas ela não conseguia evitar.
— Não. Ela murmurou finalmente. Sesshoumaru riu, um som baixo e sem humor. — Você é uma péssima mentirosa, ele disse.
— Seus olhos dizem o contrário.

Rin não disse nada. Ela apenas ficou lá, de pé na beira do lago, enquanto Sesshoumaru continuava a se banhar. Ele era tão bonito, tão perfeito. Ela nunca tinha visto ninguém assim antes. Ela não conseguia evitar, ela o olhou novamente. Seus olhos percorreram seu corpo, desde seus longos cabelos prateados até seus pés musculosos. Ele era como um Deus grego, esculpido em mármore branco e fino. Sesshoumaru a pegou olhando para ele novamente. Desta vez, ele não disse nada. Ele apenas a encarou. Pensativo e se sentindo desafiado, ele pensou consigo mesmo. "Você quer me ver, não é?" Finalmente, ele se vira de frente para ela e começou a tocar em seu membro. Fazendo movimentos de vai e vem. Rin sentiu seu coração bater forte no peito. Ela não sabia o que fazer, o que dizer. Ela apenas o encarou sem nem mesmo piscar. Aquela sensação, aquela visão, tudo aquilo era algo incrivelmente excitante e novo para ela.

Ele finalmente quebrou o silêncio.
— Está gostando? Ele perguntou novamente com um sorriso malicioso.
Rin balançou a cabeça várias vezes em negação. Ele apenas sorriu com o constrangimento da garota. Ela estava completamente envergonhada. Sentindo o calor e o desejo consumindo seu corpo lentamente.
— Você gosta, sei que gosta. Ele completa sussurrando. Seus movimentos se tornam mais rápidos e intensos.
Ele estava certo. Ela estava mentindo. Era óbvio que ela não conseguia tirar os olhos dele. Era óbvio de que ela estava gostando de ver aquele pequeno show. Ele era... perfeito. Um homem lindo. E vê-lo tão exposto mexeu com ela de tal forma que ela não conseguia explicar. A luz da lua iluminava seu corpo e emoldurava uma verdadeira obra de arte. Novamente, seus olhares se cruzaram. E ambos ficaram se encarando em silêncio. Ele chegou ao clímax, e finalmente gozou na frente de Rin.
Ela sentiu seus lábios se secarem novamente, seria... sede?
— Vem aqui. disse ele, chamando-a para dentro do lago. Estendendo suas mãos firmes, com garras tão afiadas, que poderiam rasgar qualquer inimigo. Turbilhões de emoções se passaram na cabeça de Rin naquele momento. Mas o convite de Sesshoumaru era algo inegável. Ela caminhou lentamente até o encontro dele. Ele a pegou em seus braços e a levou para a água. Rin engasgou quando a água fria a envolveu, ficando agitada e começando a temer a água.

—S-sesshoumaru-sama, ela disse, tensa. — Eu tenho medo de me afogar. Eu não sei nadar... disse se debatendo. Sesshoumaru apenas colocou seu dedo indicador nos lábios da garota, silenciando-a.
— shhh, fique quieta.
— Confie em mim. ele disse.
— Eu não vou deixar que nada aconteça com você.
Completou ele. Rin olhou nos olhos dele e viu a verdade em suas palavras. Ela relaxou e se deixou levar por ele.
logo, ela se acostumou. Ela se aconchegou nos braços de Sesshoumaru, sentindo-se segura e protegida. Eles ficaram lá por um longo tempo, apenas flutuando na água, sob a luz da lua. Ele a levou mais fundo no lago, até que a água estava acima da cabeça dela. Ela prendeu a respiração, mas logo se sentiu segura e confortável nos braços dele.

— P-por favor, não me solta. Disse ela tremula, reforçando seu medo em se afogar.
— Eu não vou. — Tranquilizou ele.
Alguns momentos depois, Rin estava completamente relaxada com a experiência de boiar nos braços do seu amado mestre.
— Isso é incrível! Ela disse sorrindo. Enquanto ele sustentava seu corpo com as mãos para evitar que ela afundasse, ele a encarou de forma serena e calma. E ela sorriu inocentemente para ele.

Ele em seguida, acariciou seu rosto com as costas das mãos. Rin o encarou de forma séria e confiante.
— Sabe, senhor Sesshoumaru. Eu não tenho mais medo, desde que conheci o senhor. Ela sorriu. Ele a encarou de forma séria.
— Você deveria me temer. Disse ele em tom sério.
— Temer você? Você acabou de provar que eu posso confiar em você. Disse rindo. Ele a encarou seriamente.
— Você é mesmo uma humana muito intrigante. Ele disse bem baixinho, quase sussurrando, mas alto o suficiente para que os ouvidos sensíveis da jovem pudessem captar tais palavras.

Ele lentamente desceu seus braços no corpo de Rin, e a agarrou mais forte e de maneira sensual, foi passando as mãos em todo seu pequeno corpo.
— Eu senti seu cheiro sabia? Seu cheiro de tesão.
sussurrou ele, enquanto agarrava os pequenos seios de Rin.
Ela soltou um gemido bem baixinho. Isso foi o suficiente para despertar mais desejo em
Sesshoumaru. Ele rapidamente retirou o laço que prendia o quimono de Rin, desafivelando suas vestes, e a deixando exposta para ele. Rin corou de vergonha.
— Eu sabia, não dá para esconder nada de você, Sesshumaru-sama.
Ele sorriu e a abraçou, afagando lentamente as mexas molhadas de seus cabelos, e abraçando seu corpo junto ao dela.
Rin sentiu seu coração bater forte no peito. Ela nunca tinha se sentido tão próxima de Sesshoumaru antes.
Ela fechou os olhos e se deixou levar pelo momento. Ele lentamente aproximou seu rosto do pescoço de Rin, e o lambeu de forma delicada.

Primeiro ele deu pequenas mordidas. Logo, ele estava enchendo o pescoço de Rin com chupões. Descendo desde o pescoço, até os pequenos e frágeis seios da garota. Rin sentiu seu corpo tremer por inteiro. Ela gemia bem baixinho. Ele puxou seu corpo para perto do dela. E ela conseguiu sentir o membro de Sesshoumaru pulsar em baixo da água. Estava duro novamente. Rin ficou muito envergonhada.

— Eu sinto seu cheiro de desejo. Eu sei que você também quer. Disse ele.
Ela não disse nada, apenas se encolheu de tanta vergonha. Ele a lia como um livro infantil. Ela era óbvia demais para ele. Era impossível esconder que aquele momento era excitante para ambos. Sesshoumaru e Rin finalmente se beijaram. Foi um beijo suave e calmo, mas cheio de promessa. Sesshoumaru nunca tinha se sentido assim antes. Era como se todo o seu corpo estivesse em chamas. Ele queria mais de Rin, mas ele sabia que ela ainda era jovem e inocente. Rin também se sentiu eletrizada pelo beijo. Ela nunca tinha beijado ninguém antes, mas sabia que era especial. Ela podia sentir o amor de Sesshoumaru por ela no beijo. Ela se sentia segura e amada em seus braços. Eles se afastaram quando lhe faltaram ar, e olharam fixamente nos olhos um do outro.

— I-Isso foi... incrível. Sussurrou Rin quase sem ar.
— Sesshoumaru.. eu ... eu te amo! Disse Rin empolgada. No entanto, os olhos do youkai se arregalaram com a declaração repentina da garota. Sesshoumaru se afastou de Rin lentamente, encarando-a firmemente com os olhos. Ele a guiou de volta para as margens do lago. Até que seus pés tocaram a areia molhada. Ele se virou de costas para ela e a ignorou por um minuto ou dois completamente a sua presença. Rin ficou confusa com o comportamento repentino de Sesshoumaru. Ela não sabia o que tinha feito de errado. Ela o seguiu até a beira do lago, até onde seus pés alcançavam, e ficou quieta atrás dele.
— Mas o que será que eu fiz...?
— ...
— Será que eu não deveria ter dito aquilo...? Pensamentos conflitantes ferviam em sua pequena mente.
— Me-me desculpe Sesshoumaru-sama... Rin disse alguma besteira?
Finalmente, Sesshoumaru se virou para ela. Seus olhos ainda estavam cheios de emoção, mas ele estava tentando controlá-los.
— Rin ... , ele disse. Rin assentiu, o coração batendo forte no peito.
—Eu...
Sesshoumaru começou, mas parou. Ele não conseguia encontrar as palavras certas.
— Você o quê? Rin perguntou, ansiosa. Sesshoumaru se afastou de Rin, a confusão e a dúvida tomavam conta dele.

O que ele tinha acabado de fazer? Ele, um poderoso youkai, beijando uma humana? Se aproveitando do pequeno e frágil corpo dela? Ele tinha ido longe demais. Era impensável. Imperdoável. Nojento e fraco. Ele sempre se orgulhou de sua frieza e compostura, mas diante de Rin, tudo isso derretia. Ele ficou parado por um momento, lutando contra seus próprios sentimentos. Finalmente, ele se virou para Rin, pronto para dizer que tudo havia sido um erro. Mas quando ele olhou nos olhos dela, viu algo que o fez parar. Havia amor e compreensão neles, e ele percebeu que ela o aceitava por quem ele era, falhas e tudo.

— Por favor... não diga que se arrependeu... Sussurrou Rin. As palavras morreram em seus lábios. Em vez disso, ele disse:
— Eu preciso de um tempo para pensar no que eu acabei de fazer. Disse ele em tom sério. Rin assentiu, embora seus olhos estivessem cheios de tristeza. Ela sabia que ele precisava processar o que havia acontecido. Sesshoumaru se virou de costas, ainda molhado, vestiu rapidamente seu quimono, e foi embora. Deixando Rin sozinha na margem do lago. Ela o observou ir, seu frágil e pequeno coração de repente ficou pesado.

Ela não sabia o que o futuro reservava, mas uma coisa era certa: ela nunca esqueceria o beijo que eles compartilharam.
Aquelas carícias, aqueles toques mais sensuais. Tudo era verdadeiro. Seus sentimentos um pelo outro eram verdadeiros.
Por quê ele não se permitia? Por quê? Rin pegou seu quimono, que estava encharcado e boiando no lago, e se vestiu rapidamente. Ela então correu de volta para o acampamento, segurando as lágrimas.

Quando ela chegou ao acampamento, ela se sentou perto do fogo. Estava tremendo. Estava frustrada. Mas ela não conseguia parar de pensar no que havia acontecido. Ela amava Sesshoumaru com todo o seu coração, e ela sabia que ele também a amava. Mas ela também sabia que seu relacionamento seria difícil. Ele era um youkai e ela era uma humana. Eles viviam em mundos diferentes. Mas ela estava determinada a fazer funcionar. Ela não desistiria de Sesshoumaru sem lutar. Um pouco distante dali, Jaken-Sama e Ah-Uh, dormiam tão pesadamente feito pedra, não suspeitando de nada que teria acontecido naquela noite, entre aqueles dois.

Algumas horas depois, Sesshoumaru voltou ao acampamento logo depois de Rin. Ele a encontrou sentada perto do fogo, sua cabeça entre as mãos. Ele se aproximou dela e se ajoelhou ao seu lado.

— Rin, ele disse suavemente.
Rin ergueu a cabeça e olhou para ele. Seus olhos estavam vermelhos e inchados de chorar.

— O que eu fiz? Sesshoumaru perguntou, a voz cheia de remorso. — Eu te fiz chorar.
Rin balançou a cabeça. — Não, disse ela. — Eu estou apenas... triste.

— Por que? Sesshoumaru perguntou. Rin hesitou por um momento, como se estivesse procurando as palavras certas. Finalmente, ela disse: — Porque eu te amo, Sesshoumaru. E eu sei que você me ama também. Mas eu também sei que nosso relacionamento é difícil. Você é um youkai e eu sou uma humana. Nós vivemos em mundos diferentes.
Sesshoumaru não disse nada. Ele apenas ficou lá, ouvindo-a.

— Mas eu estou determinada a fazer funcionar, Rin continuou.
— Eu não vou desistir de você sem lutar. Eu acredito que podemos ficar juntos, não importa o que aconteça!
Disse ela determinada. Sesshoumaru ficou em silêncio por um longo tempo. Finalmente, ele disse:
— Eu também acredito nisso.
Rin sorriu e o abraçou. Eles ficaram sentados ali por um longo tempo, abraçados perto do fogo. Eles sabiam que o futuro seria difícil, mas também sabiam que estavam juntos nisso. E isso era tudo o que importava.

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