The Secrets Of The Diarie
The Secrets Of The Diarie
Capítulo 16 min de leitura

Recomeço

Deixa eu começar pelo pior, quando soube pela mãe do meu melhor amigo que meus pais morreram e tive que ir para a casa da minha tia,- ainda viva- Elena, ela morava no Arizona. E foi muito dificil ate agora, pois ela não sabe como criar um adolescente- pois ela ainda tem um filho de um ano e meio-, e ela realmente não me conpreende por eu ser muito solitario. E a pior parte de ter que morar com uma tia que "Não te Entende", é ter que conviver com os "Namorados" dela, acho que desde que me mudei para cá ela já trocou 9 vezes de namorado- não é exagero-, mas o lado bom disso, é que meu melhor amigo Kurt tem parentes aqui no Arizona, e uma vez ou outra nós podemos nos encontrar. Você deve estar se perguntando, esse garoto é gay, só pode! Não eu não sou, mas eu já namorei varios garotos, e não me importo em dividir isso, bem isso não vem ao caso. Hoje vai ser o meu primeiro dia de aula, na escola nova- estamos em Abril, o ano apenas começou e eu já quero me matar-, e eu apenas quero que ninguém me encomode e que eu possa escrever no meu diario- sim eu tenho um diario, escrevo tudo nele, se vocês acharem muito gay, olhem minha cara de preocupação.

Eu estava descendo as escadas e vi miha tia Elena se pegando com o seu "Namorado" em plena cozinha, e eaquilo me deu mais engoou do que o café da manhã ruim dela. Então eu peguei minha mochila que estava no sofá, peguei uma maçã e sai pela porta mais proxima- usei a dos fundos mesmo- e quando eu já estava na metade do jardim dei de cara com a minha vizinha Kerli-levei um susto e quase me fui para o chão-, ela é bem legal, o problema vocês já vão ver!

– Oi, querido Andy!- Disse Amy me olhando com outras intenções, e eu nem quero saber quais.

– Oi, Kerli!- Disse completamente assustado.

– O que houve amor, parece que viu um fantasma!- Disse ela com uma cara de preocupação.

– É que eu rezo e mais assombração me aparece, sabe!- Disse colocando a mão no meu peito que parecia explodir. Nossa que maldade o que eu estou fazendo ela nem é tão feia assim. Nem tanto, nunca disse que ela é bonita! Ah, vocês me intenderam.

– Ah sim, vocês está indo para a escola amor?- Disse ela já colada literalemnte no meu corpo, acho que ela pensa que eu estou na seca.

– Sim, sim! Mesmo tendo perdido mais pais, eu tenho que continuar do zero.- Disse dando o sorriso mais forçado que eu já dei.

– Posso ir com você ou você está na sua depressão prifunda?- Perguntou ela, por um instante aqueles olhinhos me deram dó.

– Sinto muito, minha depressão está uma fera hoje! Desculpe!- Disse, logo começei a andar e vi que ela estava com um olhos cheio de lágrimas, o Titanic poderia afundar ali.

Então depois de uma agradavel conversa, eu fui ate o meu rumo, não demorou muito pois a escola era bem ali perto. Quando cheguei respirei profundamente e disse a mim mesmo: " Hoje eu recomeço!". Quando entrei na escola, todos absolutamente todos daquele corredor me lançaram um olhar maligno- só por que eu uso preto ou é por que eu sou novato?-, chegou a me arrepiar a espinha, eu fui mais adiante, procurei pela sala da diretora, quando finalmente achei eu fiquei uma hora tentando ter coragem para entrar naquela sala- está bem foram só 15 segundos- e quando abri a porta fui surpreendido por uma garota de cabelo ruivo que saia daquela sala, ela era linda e bem estilosa, então eu dei passagem para ela que sorriu. Então eu entrei na sala e uam mulher de cabelo estragado, com oculos fundo de garrafa, fumante e apreciadora de bebibas alcoolicas apareceu na minha frente:

– Olá eu so...sou o Andy, sobrinho da Elena Masterson!- Disse gaguejando de medo, quem sabe se ela me mata com apenas um olhar? Tenho que parar de ser dramatico, memo eu não sendo.

– Ah sim, é o senhor... Six Masterson!Vou te entregar uma folha e vai conter tudo o que você precisa querido!- Disse ela com sua bela voz de Smigol. Nossa acho que ela pediu para ser estranha, tenho dó do marido dela, se é que ela tem marido. E ainda ela me chamou de "querido", agora me deu uma saudade do "Querido" da Kerli.

– Obrigada senhora Crabew!- Disse me virando e já indo embora. Nossa que medo nunca mais quero entrar nesse inferno.

Então eu olhei na folha e vi que meu armario era o numero 626! Então eu andei, andei, andei... Cadê o meu armariooo?? Espera achei... Então eu coloquei o codigo, guardei minhas coisas e quando fechei o armario dei de cara de novo com aquela garota ruiva da sala da Diaba!

– Oi, você é novo não é?- Ela perguntou, sua voz era linda parecia muitos e muitos passaros de ouro assobiando pelos meus ouvido. Mesmo eu não gostando de passaros amarelos.

– Oi, sim sou novo... Eu me chamo Andy!- Disse sorrindo e completamente nervoso.

– Hayley! Mas pode me chamar só de Hay!- Ela disse sorrindo e logo mordeu o labio... O que será que ela quis demonstrar?

- Ah sim... Bom será que você pode me ajudar a achar minha sala?- Perguntei meio confuso, e a Diaba ainda disse que aquilo iria me ajudar! Não sei com o que!

- Claro deixa eu olhar...- pegou a folha, apos olhar exclamou- Sua sala é a mesma que a minha!- Disse sorrindo. Nossa ela tem um sorriso... Esqueci isso.

- Nossa que legal...- Disse sorrindo de canto, acho que eu estou apaixonado ou morrendo, essa não, já estou vendo a luz... Mãe é você? Não, eu naõ vou para o inferno!Eu acho...

- Podemos ir juntos para lá, o que acha, ai você pode se sentar comigo para não parecer tão... Sozinho!- Disse sussurando, acho que ela não quer mostrasr que está sendo gentil.

- Claro! Vmaos!- Disse sorrindo e olhando para ela com um olhar acho que apaixonado. Sei que eu já namorei muitas vezes, mas nem de longe esse sentimento que estou sentindo por ela é iqual aos outros!

- Me fala de você! Se mudou quando para cá?- Ela perguntou já andando para a sala.

- Bem, eu morava em uma cidade meio longe daqui! E eu perdi meus pais em um acidente de carro, eu sobrevivi mais eles não, e agora eu estou morando com minha tia Elena, que é meio louca!- Disse resumindo toda a minha historia, como se fosse interessanate!

- Nossa eu sinto muito, eu não... É que!- Ela disse se enrolando com as palavras, ate parece que falar sobre isso me atinge... Mas é claro que não... Ta bom me atinge, nossa eu não sei mentir nem na minha propria narrativa!

- Ah, tudo bem, eu já me acustumei com a dor!- Disse com a cabeça baixa, por um momento eu pensei que minhas vistas estavam furadas, mas não eu estava chorando mesmo, eu confesso.


[Continua...]