TempestadeCapítulo 1
Era apenas mais uma noite qualquer, Vergil estava lendo algum livro aleatório que encontrou pelo chão do Devil May Cry – nada de opsimatia ou curiosidade, ele apenas precisava fazer algo para distrair-se, algo para evitar que seus olhos desfocassem e arranhasse seus próprios braços.
Uma tempestade estava se formando janela à fora – e sua sinfonia lhe acalmava... Turbulentos trovões e o estardalhaste do vento harmonizavam com os malditos roncos altos de Dante em sua cama e com o virar de páginas de seu livro.
Mas uma melodia soava fora de lugar; o mais quieto choro – Nero tinha medo de tempestades.


