



Tarde de preguiça
Sinopse: Ragna encontrava-se manhoso esparramado entre as rosas do jardim de uma certa princesa... discutindo por motivos chulos como sempre
Sinopse
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Capítulo único
Personagens do Fandom
3Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
2 de novembro de 2017
Última Atualização
2 de novembro de 2017
Status Editorial
Concluída
Idioma
Português (Brasil)
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“ – Ragna...desculpa-me. Mais uma vez eu não pude fazer nada e tu agora tens que sofrer por isso. Desculpa-me, desculpa-me. Tudo o que eu posso fazer é observar, enquanto tudo termina...mesmo que te esqueças de mim, eu nunca me esquecerei de ti. Ver-nos-emos de novo, noutro mundo. ” Era sempre o mesmo. Ela ia ao encontro dele em todos os mundos para se divertir, já que incomodá-lo era a melhor maneira de acabar com o tédio dela. Mas lá no fundo...ela tinha esperanças que ele se recordasse dos mundos anteriores. [BlazBlue. Oneshot. RachelxRagna. Romance, Drama e Death Fic.]
Devido a um erro de cáculo de Takamagahara Hazama vai parar na área 11, se você acha que não havia como a vida de Lelouch ficar mais difícil...
Immanuel Breckford havia cometido alguns erros na vida, mas nenhum tão extraordinário quanto morrer sem perceber. O acontecimento ocorrera oito anos antes, segundo uma certidão perfeitamente legítima, embora sua lembrança daquela época envolvesse a venda da casa dos pais, uma viagem desagradável e absolutamente nenhuma experiência com a morte. Ao tentar esclarecer o assunto, recebeu de um velho carteiro um diário escrito em 1911, contendo desenhos de coisas que ainda não haviam acontecido e três assinaturas que pareciam ser suas. A investigação o conduziu a uma estação ferroviária improvável, a uma auditora de outro planeta e à desconfortável descoberta de que o Universo tinha um passado consideravelmente menos confiável do que seus habitantes imaginavam. Havia mundos que sumiam sem levar suas populações, cartas que chegavam antes de serem escritas e pessoas cuja existência dependia de acontecimentos que nunca chegaram a ocorrer. Em algum lugar, alguém estava tirando proveito disso. Immanuel, que começara a viagem querendo apenas resolver um problema com a antiga casa, descobriria que a realidade possui uma quantidade espantosa de maneiras de perder seus habitantes.
Em Hawkins, as coisas raramente desaparecem de verdade; mudam de forma, de lugar ou de nome e continuam circulando sob a aparência de normalidade. No verão de 1985, a cidade ainda se cobre de cores, música e movimento enquanto pequenas incongruências permanecem espalhadas entre acontecimentos banais, histórias incompletas e coincidências que parecem durar mais do que deveriam. Para quem chegou ali esperando encontrar apenas distância, o lugar começa a adquirir uma estranheza difícil de localizar, como se alguma coisa estivesse sempre ligeiramente fora do lugar, próxima demais para ser ignorada e obscura demais para receber um nome.
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Em um mundo governado há milênios por um mesmo Rei, um abismo impenetrável manifesta sua influência. Segundo aqueles que enxergam os versos de poder, dele emana a magia. Os fiéis, por sua vez, rogam a ele em ritos como a um Deus criador que a tudo conclama. Destemidos afirmam que dele verteram os dragões da vida. Sim: um desconhecido que habita e pulsa. O abismo é o centro do mundo, e há quem diga que ele seja o próprio mundo. Cabe aos nascidos do ímpeto trilhar o trajeto que desvela a trama. Não heróis apenas vítimas de um destino moldado no abismo da existência. Leonel acorda no meio de uma rua desconhecida. Ele está nu, vulnerável diante do solo que sustenta seu constrangimento. Não fosse o breu da noite e o vácuo de sua mente, sentir-se-ia ainda pior. Leonel não se lembra. O único fio de realidade que ainda o sustenta é o seu próprio nome. E, embora não saiba, o único ente que o reconhece é uma Sombra.






