



Rosa é a cor mais quente
Raoni ï Yara é a herdeira Uiyara, uma boto-cor-de-rosa das lendas e nova líder da organização mais poderosa dentro da sociedade mágica brasileira. Apesar de toda a poderosa linhagem de botos mágicos ser de homens, Raoni nasceu menina, uma abominação da natureza! Por isso, a bebê foi nomeada e criada como um garoto, seu verdadeiro gênero escondido a sete chaves como um segredo mortal. Depois do assassinato de seu pai, Raoni deverá manter a frágil relação de equilíbrio dos seres mágicos com os humanos. Assim, ela está prestes a ingressar no ensino superior, em um dos poucos internatos do Brasil. Poderá Raoni ser a líder que foi criada para ser, enquanto esconde, sob uma espessa máscara de arrogância, seu segredo? É cercada por inimigos que Raoni descobrirá que o amor pode vir de onde menos se espera...
Sinopse
Escrito por
Ver perfilEscrevo desde criança, embora com menos afinco do que deveria, para poder me desenvolver. Sou bióloga formada e atualmente pesquiso felinos...
Recomendações
4
MaryDuda2000
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“Não julgar um livro pela capa (ou quantidade de palavras) é algo que combina muito com a essência de "Rosa é a cor mais quente". Com referências a cultura indígena, abordagem folclórica e críticas sociais e ambientais, somos apresentados a Raoni e seus desafios como mulher, líder dos botos. Ela é aquele elo espantoso aos olhos tradicionais, porém extremamente necessário, afinal a natureza é sábia, não a criaria sem motivo. Com ótimos personagens e uma narrativa assertiva e envolvente, a autora trabalha questões de identidade, poder, dever, gênero, meio ambiente, amizade e romance sem esquecer o encontro de ancestralidade e modernidade. Essa não é apenas uma história cheia de camadas como também um protesto e uma aula que valoriza e resguarda a cultura brasileira e deixa o leitor sedento por mais.”








