Romantic Bakery
Romantic Bakery

Romantic Bakery

Sinopse

Pedro é demitido do emprego e encara isso como uma oportunidade do destino para mudar a vida estagnada. Um novo caminho pode começar de um jeito literal: ele descobre coisas boas quando, refletindo sobre o próprio futuro, muda o trajeto de casa.
14+História Concluída~10min de leitura

Escrito por

Ver perfil

Kaline Bogard, 40 anos Psicóloga, escritora e leitora assídua. Moderadora. Atua no gerenciamento de conteúdo do site, auxilia os usuários através do Suporte, apura denúncias de violação das regras, avalia as recomendações enviadas pelos usuários.

Recomendações

0

Seja o primeiro a recomendar esta história para outros leitores!

Total: 2,059 palavras
01

De olhares trocados e sorrisos esperados

2,059 palavras•~11 min

Nenhum personagem registrado nesta história.

Mais como esta

As lendas antigas descrevem Iara, Mãe D'água, como uma criatura magnifica e voluptuosa. De gênio indomável. Não poucos sentem isso na pele, mas Saci sofre da pior maneira com tal lado cruel. O tempo passa e a adaptação é a moeda para que mesmo as criaturas místicas possam continuar coexistindo com mortais e outros seres. Quem não acompanha as mudanças só pode pagar o preço.

L< 25mEm ascensãoFantasia

Entre declarações mal-sucedidas, humilhações em shopping e extensas sessões de choro no banheiro, Third decide dar uma chance a um encontro às cegas o que vira sua vida de ponta-cabeça. Ou Khai ironicamente nota seus sentimentos ao perceber que está prestes a perder o melhor amigo.

No início do século XX, José Eugênio deixa o Brasil para assumir seu lugar como herdeiro de Gardenhall, uma das casas mais tradicionais da aristocracia inglesa. Jovem, negro, brasileiro e cercado por uma sociedade que o observa com desconfiança, ele precisará aprender a ser um lorde sob a rígida tutela de Lady Macbeth Evayne. Mas, em Collins, reputações são frágeis, segredos viram espetáculo e até as famílias mais respeitáveis escondem escândalos. Entre intrigas, mistérios e um romance proibido com seu próprio tutor, Eugênio descobrirá que talvez o maior desafio não seja se tornar o Lorde das Rosas, mas decidir que tipo de homem deseja ser.

Por décadas, Hiro Kobayashi foi venerado como o santo brasileiro morto pela bomba atômica de Nagasaki. Nascido no Japão e criado entre os rios e pimentais de uma comunidade nipo-brasileira no interior de Minas Gerais, Hiro teria retornado à terra natal pouco antes do fim da guerra. Sua morte transformou-se em memória, depois em lenda, depois em fé. Até que seus ossos aparecem em Carmo dos Perdidos. Ao lado deles, antigos diários capazes de contar uma história muito diferente daquela que a cidade escolheu lembrar. Anos antes, Pitã Montésquio também havia chegado ali depois de uma guerra. Soldado na Itália, assassino de fascistas, filho rejeitado de uma família antiga, atravessou o país procurando o irmão gêmeo de quem fora separado ao nascer. Em Carmo dos Perdidos, terminou lembrado não como santo, mas como monstro. Em 2018, o historiador Davi Camilo chega à cidade para investigar Hiro Kobayashi e descobre que santos e monstros talvez sejam apenas nomes dados aos mortos por aqueles que ficaram. Entre diários, ossadas, rios, desaparecimentos e famílias que enterraram seus segredos junto aos seus mortos, Davi começa a reconstruir a história de homens unidos por uma guerra travad