



Pour que jamais Ne Toublient Pas
Oneshot do casal El cid de Capricórnio e Sisyphus de Sagitário da série Lost canvas.
Sinopse
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Capítulo único
Nenhum personagem registrado nesta história.
Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
18 de julho de 2011
Última Atualização
18 de julho de 2011
Status Editorial
Concluída
Idioma
Português (Brasil)
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"Não entendera o porque a vida estivera por tanto tempo fazendo aquilo com aquele que eu tanto amava. Fazendo meu amado sofrer. Quisera entender o por que de isso estar acontecendo com seu melhor amigo, meu amante, meu irmão, minha alma gêmea. Chorar não adiantaria. Mas agora eu finalmente entendera a força da minha prece, e como eles me atenderam por algum tempo. Mantendo-o vivo, porém sofrendo. Tantas vezes roguei para que isso parasse e se transferisse para mim."
"Emocionei-me e deixei uma lágrima correr pelo meu rosto. A lágrima mais sincera e apaixonada que eu já deixara cair. Peguei seu delicado rosto entre as mãos e o sussurrei o quanto o amava, o quanto esperei por esse momento e esse delicado pedido."
Para Hyoga, admitir a dor nunca foi uma tarefa fácil, especialmente quando o ferimento no olho o deixava tão vulnerável. No entanto, tudo mudava na presença daquele amigo de mãos de anjo, cujos toques os mais carinhosos possíveis faziam o loiro desejar, do fundo do coração, ficar para sempre sob os seus cuidados.
As sombras do passado e o cansaço dos últimos tempos ainda pesam sobre o peito de Shun e a última coisa que ele deseja é comemorar o próprio aniversário. Hyoga, porém, tem outros planos. Entre cupcakes, panquecas de mel, uma alpaca intrometida e as provocações dos velhos amigos, o russo transforma o dia em um pequeno refúgio. Bastava apenas um empurrãozinho para que dois velhos amigos finalmente percebessem que o amor entre eles sempre esteve ali.
Flu-Flu adorava um vira-lata. E, pelo visto, o Shun também. Bastou a poodle se apaixonar pelo Cerveja para o Shun conhecer o Hyoga, o dono maloqueiro, e descobrir que seu gosto para homens era tão duvidoso quanto o da própria cachorra.
Ser pai pela primeira vez não vinha com manual de instruções. Shun sabia disso. Hyoga também. Havia as dificuldades, os choros, as fraldas, as noites sem dormir e a insônia. Havia o cansaço e a sensação de não saber exatamente o que estavam fazendo. Mas, no fim, tudo valia a pena. Porque aquele pequeno bebê agora fazia parte do novo universo que os dois haviam criado juntos.





