Para Sempre Irei Te Amar
Para Sempre Irei Te Amar

Para Sempre Irei Te Amar

Sinopse

''Os ventos que às vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar. Por isso não devemos chorar pelo que foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso nunca se vai para sempre.'' Um único momento pode mudar tudo em sua vida, ela sempre foi muito alegre e, ao mesmo tempo, tímida, via a vida de forma colorida e achava que nada nem ninguém faria mal a ela, já que sempre foi muito querida em sua escola, mas um acontecimento a fez ver a vida de outra forma, a não mais confiar em alguém e nunca mais confiar no amor, uma decisão a fez voltar para a cidade onde nasceu, tudo estava em seus planos, terminar o ensino médio, fazer a faculdade de seus sonhos, mas o que ela não imaginou era que encontraria um amor tão forte que a faria mudar para sempre, um amor que traria frustrações e uma alegria tão grande.

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Total: 10,235 palavras
01

Capítulo 1

432 palavras•~3 min
02

Capítulo 2

3,327 palavras•~17 min
03

Capítulo 3

6,476 palavras•~33 min

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Mais como esta

” Quando uma porta da felicidade se fecha, outra se abre, mas costumamos ficar olhando tanto tempo para a que se fechou que não vemos a que se abriu”. Pensamos constantemente se um dia iremos encontrar aquela felicidade, para Hinata ela pensava que havia encontrado essa felicidade em sua vida. Abandonada no altar, deixada na rua da amargura pelos pais e humilhada na frente de todos. Aquela felicidade que pensava que vivia era tudo uma grande mentira, mas uma luz apareceu. Um não e sim três rapazes bonitos e de personalidades diferentes, iriam entrar em sua vida para ficar e mostrar para ela que sim, a felicidade existe e dessa vez ela veio para ficar para sempre ao seu lado.

Dizem que o amor é capaz de curar tudo, inclusive a dor. Ino parou de acreditar no amor, quando perdeu os pais com apenas seis anos, mas quando aqueles olhos verdes apareceram em sua frente, ela voltou a acreditar no amor, de acreditar na paixão platônica. Os olhos azuis marejados percorriam todo o ambiente em que se encontravam, todos em sua volta riam, ela mais uma vez estava sendo motivo de piada, ela procurou aqueles olhos verdes que sempre amou e que transmitia uma segurança, o viu ao lado dela, ele a olhava, assim como todos, mas aquele olhar estava diferente e ela não conseguia compreender, seria gozação? Ou seria decepção? Ela sentiu as lagrima descerem de seu rosto misturando-se com a tinta preta, ela tinha que sair dali. Correu, correu como nunca pelas ruas de Konoha, só parou quando sentiu o ar faltar, pegou com desespero sua bombinha tentando puxar o ar, sentia que iria morrer, isso seria uma boa, morrer? Assim seu sofrimento pararia? Sua dor pararia? Sentiu o ar voltar e olhou ao redor, estava perto de casa e a única coisa que queria era chorar, caminhou a passos largos até passar por um portão extenso e correr até a entrada da propriedade, passou pela sala, não se importando com as perguntas dos irmãos e dos pais, ela correu até seu quarto e fechou a porta, correu até o banheiro e praticamente se jogou dentro da banheira ligando o chuveiro, se encolheu deixando as lagrimas se misturarem com a água que apagava os vestígios de tinta, ouviu batida na porta freneticamente e gritos, mas a única coisa que ela queria era sumir e nunca mais voltar. Amor, ele transmite um sentimento de alegria e satisfação, mas o tempo seria capaz de apagar esse amor? A distância seria capaz? Ela seria capaz de esquecer esse amor? Ela seria capaz de esquecer aqueles olhos verdes, que um dia chegou a transmitir paz e amor? Dias, meses, anos, o tempo passa, treze anos foi o suficiente para esquecer? Talvez.

Império das Cinzas: O Nascimento da Vilã

As regras do jogo eram simples: ser manipulada, obedecer e morrer. Eu não nasci para ser heroína, e este reino não é um conto de fadas. É uma arena militar governada por conspirações e execuções silenciosas. Mas se o sistema planejou a minha destruição... Vou garantir que ele queime primeiro.