



Para Neil
Pois a lua também era um sonho seu.
Recomendações
1
Ahelin
@
“Demorei? Sim, muito, mas não sabia muito bem o que dizer... Agora vai *respira fundo* Gente, essa fic, ESSA FIC. Uma fic sobre o jogo mais emocionante do mundo, tão emocionante quanto. Doeu lá no fundo ler essa teoria e ter perdido o Neil, eu gostava mais dele do que da doutora u.u Mas enfim... Leiam, sério. É cativante, bem explicada e muito bem escrita. Pra terem uma ideia, me deixou arrepiada e em lágrimas, ALÉM DE SEM PALAVRAS. EU NUNCA FICO SEM PALAVRAS. Foi tão estonteante que ainda tô sem palavras, porém essa recomendação não podia esperar. Agora corre lá pra ler.”
Capítulo Único
Nenhum personagem registrado nesta história.
Estatísticas da História
Ficha Técnica & Atualizações
Primeira Publicação
23 de março de 2015
Última Atualização
23 de março de 2015
Status Editorial
Concluída
Idioma
Português (Brasil)
Coleções de leitores que incluem esta história:
Instinto Paterno
+14•1.481 palavras•The Last of Us•Drama
Foreseeable Consequences
+16•563 palavras•Life is Strange•Drama
The Road Behind Us
+16•19.723 palavras•The Last of Us•Ação•Aventura•Drama•Amizade
Os deuses ainda velam por nós
L•358 palavras•Histórias originais•Fantasia
Olhos além do véu
+16•722 palavras•A torre acima do véu•Drama
Mais como esta
Eva Rosalene achava que podia esperar de tudo de seu colega Neil Watts. Mas quando ele cria uma apresentação de slides para chamá-la para um encontro, a doutora passa a ter certeza que ainda consegue ser surpreendida por Neil.
E se em seus últimos dias uma memória importante, porém impossível de ser recuperada, voltasse em uma simples Epifania?
Em um mundo governado há milênios por um mesmo Rei, um abismo impenetrável manifesta sua influência. Segundo aqueles que enxergam os versos de poder, dele emana a magia. Os fiéis, por sua vez, rogam a ele em ritos como a um Deus criador que a tudo conclama. Destemidos afirmam que dele verteram os dragões da vida. Sim: um desconhecido que habita e pulsa. O abismo é o centro do mundo, e há quem diga que ele seja o próprio mundo. Cabe aos nascidos do ímpeto trilhar o trajeto que desvela a trama. Não heróis apenas vítimas de um destino moldado no abismo da existência. Leonel acorda no meio de uma rua desconhecida. Ele está nu, vulnerável diante do solo que sustenta seu constrangimento. Não fosse o breu da noite e o vácuo de sua mente, sentir-se-ia ainda pior. Leonel não se lembra. O único fio de realidade que ainda o sustenta é o seu próprio nome. E, embora não saiba, o único ente que o reconhece é uma Sombra.
Immanuel Breckford havia cometido alguns erros na vida, mas nenhum tão extraordinário quanto morrer sem perceber. O acontecimento ocorrera oito anos antes, segundo uma certidão perfeitamente legítima, embora sua lembrança daquela época envolvesse a venda da casa dos pais, uma viagem desagradável e absolutamente nenhuma experiência com a morte. Ao tentar esclarecer o assunto, recebeu de um velho carteiro um diário escrito em 1911, contendo desenhos de coisas que ainda não haviam acontecido e três assinaturas que pareciam ser suas. A investigação o conduziu a uma estação ferroviária improvável, a uma auditora de outro planeta e à desconfortável descoberta de que o Universo tinha um passado consideravelmente menos confiável do que seus habitantes imaginavam. Havia mundos que sumiam sem levar suas populações, cartas que chegavam antes de serem escritas e pessoas cuja existência dependia de acontecimentos que nunca chegaram a ocorrer. Em algum lugar, alguém estava tirando proveito disso. Immanuel, que começara a viagem querendo apenas resolver um problema com a antiga casa, descobriria que a realidade possui uma quantidade espantosa de maneiras de perder seus habitantes.
Entre encontros inesperados, lembranças que insistem em voltar e caminhos que parecem se cruzar por acaso, uma velha conhecida tem a tarefa de narrar aquilo que acontece entre as linhas. Mas nem toda história nasce com um destino definido. Às vezes, algumas pessoas chegam para ficar. Outras, apenas para ensinar alguma coisa antes de partir. Há encontros que parecem coincidência, sentimentos que surgem sem aviso e escolhas que podem mudar completamente o rumo de uma vida. E, enquanto as páginas avançam, uma pergunta permanece: será que somos nós que escolhemos nossos caminhos... ou alguns deles já estavam destinados a nos encontrar? Entre acasos, encontros e destinos, talvez a verdadeira história esteja justamente naquilo que nenhuma das três ainda sabe como terminar.
Em meio a montanhas cobertas por neblina, ergue-se o Internato Valenhall, uma instituição mista, antiga e imponente, frequentada exclusivamente pelos filhos da mais alta elite. Ali, sobrenomes valem mais do que talentos, e o silêncio é uma regra tão importante quanto as notas. Uma vez por ano, o internato anuncia a abertura de poucas vagas excepcionais , destinadas a alunos de fora daquele círculo fechado. O que a classe média não sabe é que essas vagas nunca são oferecidas por acaso cada aluno escolhido carrega algo que o internato deseja, teme ou precisa controlar. Por trás dos corredores escuros, das aulas rigorosas e dos rituais tradicionais, escondem-se segredos antigos, alianças perigosas entre famílias poderosas e mistérios que jamais deveriam ter sobrevivido ao tempo. Alunos desaparecem dos registros, regras não escritas são mais letais do que punições oficiais, e há portas que só se abrem para quem está disposto a pagar o preço. Para os recém-chegados, entrar em Valenhall é a chance de uma vida melhor. Permanecer ali, no entanto, pode significar perder muito mais do que imaginavam.






